Gulmarg Gondola, a estação de esqui mais alta e extensa da Ásia!

O post de hoje é Gulmarg, uma cidade e estação de montanha, com uma altitude média de 2.699,60m, localizada no distrito de Baramula e distante 52km de Srinagar, a capital de verão da Caxemira, no norte da Índia.


Esta foi a terceira e última estação de montanha que eu visitei na Caxemira e, ao contrário das duas anteriores, tem neve praticamente o ano todo e uma boa infraestrutura, com acesso inclusive nos meses de inverno.


A viagem de Srinagar até Gulmarg é de uma beleza à parte, com estradas cercadas por álamos (espécie de plantas muito comuns na região), plantações de arroz e com muitos povoados, até chegar em Gulmarg Gondola. Ao longo da estrada encontramos também dezenas de postos de controle e fiscalização com policiais e voluntários fortemente armados.


Origem do nome: o nome original dado pelos pastores da região era Gaurimarg (O Justo), em homenagem à deusa hindu Parvati. No século 16, o lugar foi rebatizado para Gulmarg (Campo de Flores), pelo sultão Yusuf Shah, da dinastia Chak, que frequentava o lugar com sua amante Habba Khatoon.


Gulmarg foi estabelecida pela primeira vez como estação de esqui pelos britânicos, que criaram o Clube de Esqui da Índia, em 1927. Esquiar em Gulmarg tinha-se tornado muito popular durante os anos pré-independência. 

Sua localização privilegiada (próxima a Srinagar), a tornou naturalmente uma das principais estações de montanha do país.


Em 2004 foi concluída a estação de esqui Gulmarg Gondola, com o teleférico mais alto e mais longo da Ásia, o que contribuiu para atrair, a cada ano, um número ainda maior de visitantes. 

São duas fases de teleférico, com capacidade para transportar até 600 pessoas por hora. 

O visitante pode escolher se quer ir apenas até a Fase I, que oferece também passeios a cavalo ou até a Fase II, para praticar esqui, snowboard, andar de trenó, tobogã, etc. Ou ambas. Na alta temporada é aconselhável reservar com antecedência, pois a procura é muito grande.


De Gulmarg até Kangdoori, com 3.099,60 chega-se a Fase I. De Kangdoori até Apharwath, com 3.979,50m, à Fase II.

É indescritível a beleza das paisagens até o topo das montanhas!

Vista de um rebanho de ovelhas, lá de cima do teleférico.

Subida até a Fase II

Foto feita através do vidro do teleférico

Apharwath Peak, tocando nas nuvens!

Valores: o valor dos teleféricos está no site Gulmarg Gondola, mas vou descrever o que eu paguei. Foi cerca de US$ 65,00 pela subida de teleférico até a Fase II, com guia e instrutor. Estava incluso também a ida e volta a cavalo, do estacionamento até a entrada do primeiro teleférico. 

Na ida eu montei, mas na volta, mesmo já tendo pago, eu dispensei o cavalo e chamei o guia, que me pegou de carro. Achei totalmente desnecessário o cavalo, podia até ter ido caminhando, pois o trajeto não era longo. O fato é que eu estava cansada de andar a cavalo, pois em Pahalgam eu já tinha subido a montanha por muitas horas no lombo de um cavalo...

Início: Estação Gulmarg até Kangdoori Mountain.

Para ir até a Fase I, tem teleférico especial para os cavalos.


Fase I: Kangdoori até Apharwat. Nesta fase, muitos cavalos para passeios, mas neve mesmo, só no inverno.

Fase II: Apharwat Mountain: neves eternas a 4 mil metros!

A temporada de esqui abre em dezembro e vai até abril. Nos meses de maio a outubro não há neve na Fase 1, então se quiser vê-la, precisa ir até a Fase 2, cujas neves são eternas.

Como eu fui em junho, obviamente subi até o topo do Apharwat para ver a neve.

Era baixa temporada e tinha poucas pessoas se divertindo na neve!

Estava chegando o verão e a procura não era muito grande, eu fui sem reservar e comprei o bilhete para a Fase II lá na hora mesmo. Mas, assim que eu cheguei, o teleférico deu problemas e precisou de manutenção, o que demorou cerca de 1:30h/2horas para ser consertado. O ruim foi que perdi este tempo aguardando o conserto, enquanto já poderia estar lá encima me divertindo. Isso abreviou o meu passeio, pois os teleféricos encerram as atividades ao final da tarde.

"Restaurante"

Enquanto eu aguardava o conserto do teleférico, aproveitei para forrar o estômago. Fotografei o cardápio para você ver o nome dos pratos.

Aluguel de roupas para a neve: como eu tinha passado muito frio na minha visita à Sonamarg, desta vez resolvi alugar roupas pesadas e botas para encarar o topo da montanha. Num vilarejo próximo, eu encontrei uma "loja" que oferecia este aluguel. Não lembro quanto paguei, mas foi baratinho. Na estação devia ser bem mais caro.

Roupas e botas para alugar e usar na neve. 

O porém é que as roupas não eram lá muito bem cheirosas, mas era isso ou congelar. Então, topei encarar as roupitchas com "cheiros diversos". As botas eram umas galochas chulezentas, mas também encarei! Não queria nem imaginar em passar o mesmo frio sofrido em Zero Point.


Esse casaco eu só coloquei para tirar foto mesmo. Quase morri de calor! Os pontinhos brancos são de neve que jogaram na minha direção.

E sabe o que aconteceu? No alto da montanha tinha muita neve, mas não nevou como no dia anterior. Choveu um pouco, mas depois o sol apareceu e me fez até suar. Passei a maior parte do tempo carregando nas mãos o pesado casacão alugado, hahaha... 


O que leva uma criatura a fazer isso: se equilibrar com bloco de gelo na cabeça e deitar na neve? Turista é fogo! No caso das fotos acima, é fria!

Não resisti e sentei neste imenso tapete branco!


Não se iluda com esta foto, foi só pose! Mas eu esquiei sim, só que não sozinha e sim, junto com um instrutor.

A Estação de Gulmarg é perfeita para a aprendizagem de esqui, já que possui ótimas pistas para iniciantes e intermediário. As pistas variam de 200 a 900m. E pode-se alugar equipamentos de boa qualidade, incluindo esquis, botas, bastões, luvas e óculos de proteção em uma loja de esqui do governo indiano.


Para gerenciar as operações de montanha, a cada ano o Departamento de Turismo contrata muitos profissionais, entre eles, instrutores treinados e liderados por especialistas estrangeiros, que auxiliam e ensinam os turistas amadores a esquiarem. Muitos esquiadores estrangeiros visitam Gulmarg e ficam lá por longos períodos, inclusive na baixa temporada.


Na alta temporada existe uma modalidade altamente emocionante em Gulmarg, é o Heli-Esqui. Nela, os esquiadores são levados de helicóptero para o topo dos das montanha e de lá, eles esquiam pelas imensas encostas do Himalaia. O programa foi iniciado em Apharwat Mountain (na Fase II do teleférico) e, posteriormente, estendido para outras áreas dos Himalaias, na Caxemira. Criando em 1980, este programa foi suspenso durante a década de 1990, mas agora foi novamente reativado. Deve ser adrenalina pura! 


Gravei também algumas horas da minha aventura em Gulmarg e, em breve, estará no ar. Mas não está sendo nada fácil editar e deixar o vídeo com menos de 5 minutos.

Você já leu os posts e assistiu aos vídeos sobre as outras duas montanhas da Caxemira que eu visitei? Os links são estes: Pahalgam e Sonamarg!

Me diga, qual das três montanhas você achou mais legal e que lhe deixou com vontade de conhecer?

Beijos,
Ana Maria
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Que tal Floripa neste verão?

Fazendo uma pausa nos posts sobre a Índia, já que quero apresentar também outras opções de viagem, principalmente para quem não pretende ir tão longe e está em dúvidas de onde passar as férias.

Como o verão está chegando, pensei em postar uma dica bem interessante para quem gosta de praia e de curtir uma natureza exuberante, sem abrir mão da agitação, boa culinária e pagando em reais: Florianópolis, a capital de Santa Catarina.

Ponte Hercílio Luz, cartão postal de Florianópolis!

Neste post eu não vou me aprofundar no aspecto histórico, apenas quero apresentar a cidade como sugestão para passar as férias de verão.

O município de Florianópolis é composto pela ilha principal, a parte continental e algumas pequenas ilhas no entorno. Sua população, segundo o IBGE, está estimada em 470 mil habitantes. Na alta temporada este número mais do que dobra. 

A maioria da população da cidade vive no continente, na área central e norte da ilha principal. O sul da ilha é bem menos habitado.

Vista central da ilha e ligação com o continente, do alto do Morro da Cruz.

Floripa, como a cidade carinhosamente é chamada, possui belíssimas praias, são 42 ao todo, áreas naturais deslumbrantes, como lagoas e pequenas ilhas, muitas opções de diversão e e até campeonatos esportivos, como o Triatlo Radical.

As praias são tão lindas que é praticamente impossível eleger a mais bela.

Entre as 42 praias de Florianópolis, algumas são bem famosas:

Jurerê Internacional: é badaladíssima, seus frequentadores são personalidades e endinheirados, tanto brasileiros como estrangeiros. Verdadeiras mansões fazem parte da arquitetura local.

Jurerê: fica ao lado da irmã rica e é uma ótima opção para quem não pretende gastar muito com hospedagem, mas quer ficar perto das badalações sofisticadas. 

Praia Brava e Joaquina possuem águas mais agitadas são as preferidas dos jovens e surfistas.

Praia de Canasvieiras

Praia de Canasvieiras: localizada no norte da Ilha, entre as praias de Jurerê e Cachoeira do Bom Jesus, durante o verão torna-se uma das mais agitadas. Suas águas calmas e excelente infraestrutura a tornam perfeita tanto para quem vai em família quanto para turma de amigos. 

É a praia preferida dos argentinos, que nos tempos áureos da economia portenha, chegaram a comprar centenas de imóveis em Canasvieiras, inclusive pousadas e restaurantes. Em algumas ruas encontramos até placas em espanhol. Atualmente diminuiu muito a "invasão" dos hermanos, mas ainda é um dos destinos preferidos deles.

Canal da Barra

O Canal da Barra em formato sinuoso, possui quase 3 km de extensão e suaviza a salinidade do mar, deixando a água menos salgada naquela praia.

Barra da Lagoa: é a praia mais bem estruturada da costa leste da ilha. São inúmeras opções de hospedagem, alimentação e diversão. É muito procurada por turistas estrangeiros, principalmente americanos e europeus. É também a praia mais estruturada em relação à pesca profissional, mas a artesanal também é bastante praticada.

Lagoa da Conceição

Lagoa da Conceição: fica bem no centro geográfico da ilha e é um ponto estratégico para seguir em todas as direções. Além da fama de ser o point noturno de Floripa, com inúmeras opções de bares e restaurantes, oferece belezas naturais e muitos esportes aquáticos na lagoa que atraem os turistas que preferem o dia também.

Outras praias muito procuradas são a Praia dos Ingleses, Cachoeira do Bom Jesus, Campeche e Santinho. Cada uma tem sua característica e beleza singular.

Por do sol visto do Trapiche

Trapiche da Beiramar: é um dos muitos locais super agradáveis de Floripa. Está localizado na Praça de Portugal, bem no início da Av. Beira-Mar Norte, região central da cidade. É um tradicional ponto de encontro dos moradores da ilha, mas que os turistas também gostam muito.

Culinária: peixes e frutos do mar são o ponto forte, desde petiscos até os mais sofisticados. São centenas de opções de bares e restaurantes ao longo de toda a ilha.

A pesca é uma das atividades econômicas mais importantes da ilha, juntamente com o turismo, que oferece, além das praias, muitas belezas naturais, venda de artesanato, ótima culinária e arquitetura colonial, com influência açoriana. Tecnologia da Informação e serviços completam o quadro econômico.

Prainha da Barra da Lagoa

Como chegar: além de carro, quem preferir pode ir de ônibus, a estação rodoviária fica bem no centro da ilha. Já o Aeroporto Internacional Hercílio Luz está localizado no sul da Ilha.

Onde ficar: para quem gosta de muita agitação, a melhor região para se hospedar é nas praias do norte, que são bem próximas umas das outras. Mas para quem prefere paz e sossego, o sul da ilha é bem mais calmo e tranquilo.

No auge do verão, praticamente toda ilha fica lotada, mas mesmo assim, ainda é possível ter sossego mais ao sul.

Não posso encerrar o post sem ao menos umas palavrinhas sobre o maior símbolo da cidade, a Ponte Hercílio Luz.


A Ponte Hercílio Luz é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil. A ponte tem 821,005m de comprimento total e pesa cerca de 5 mil toneladas. A ponte foi construída com o objetivo de ligar a ilha de Floripa à sua parte continental, visando substituir o antigo serviço de ligação por balsas. 

Atualmente a ponte está desativada, pois existe uma outra mais moderna e bem maior, que faz a ligação da ilha com o continente.

Como eu escrevi no início, este post não tem a pretensão de ser um guia completo de Florianópolis, mas tentei resumir e apresentar a cidade como um excelente destino para agradar tanto quem gosta de praia, de lagoa, natureza exuberante e de agitação. 

Que tal minha sugestão? Você já conhece Floripa?
Beijos,
Ana Maria
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Vídeo: Muita neve e frio em Zero Point!

Demorei um pouco,mas consegui editar as gravações que eu fiz em Sonamarg, quando visitei Zero Point. Foram horas de gravação resumidas em pouco mais de três minutos.

Zero Point - Soonamarg - Caxemira - Índia

Vale a pena assistir ao vídeo, está muito legal mesmo! Aproveite para se inscrever no canal, pois eu pretendo postar mais vídeos! Agora, aperta o play e vem comigo!


O que achou? Se você gostou, abaixo do vídeo (abrindo no youtube) tem uma mãozinha de "gostei". Clique nela! Obrigada!

Beijos,
Ana Maria
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Zero Point, em Sonamarg: neve até no verão!

Sonamarg ou Sonmarg, é uma pequena cidade e estação de montanha nos Himalaias, localizada no distrito de Ganderbal, na Caxemira, norte da Índia, e o seu nome significa "Prado de Ouro" (Meadow of Gold). A cidade fica distante 87km de Srinagar, a capital de verão da Caxemira (cerca de 3 horas de carro).


Com altitude de 2.740m, Sonamarg é cercada por geleiras deslumbrantes, prados belíssimos, rios e lagos de águas muito claras. A cidade já foi portão de entrada na antiga Rota da Seda, que ligava a Caxemira com a China e outros países do Golfo.


O trajeto até o topo foi feito numa caminhonete especial e a belíssima paisagem foi se revelando em cada curva. Na foto acima, um pastor e suas ovelhas, cena muito comum em todo o Vale da Caxemira. 


O Rio Sindh, que serpenteia as montanhas através do vale, possui águas transparentes, oriundas do degelo e peixes em abundância, especialmente trutas.


O acesso às montanhas é aberto a partir de abril e permanece assim apenas em poucos meses do ano, pois durante o inverno, devido às fortes nevascas e risco de avalanches, é praticamente impossível chegar até lá.


A estrada, assim como o rio, também serpenteia as montanhas e é bem rústica. Em alguns pontos, há passagem para apenas um veículo por vez, enquanto os outros aguardam pacientemente a sua vez.


A neve desliza pela montanha e cruza a estrada em um enorme tapete branco, por isso, precisa de permanente vigilância e de máquinas para abrirem o caminho.

As máquinas sempre em constante e árduo trabalho para remover a neve...

Paredões de gelo em ambos os lados e caminho aberto pelas máquinas.

Eu visitei Zero Point no início de junho, já praticamente verão. Chegou a nevar enquanto eu estava lá e passei muito frio mesmo, pois não fui o agasalhada o suficiente para encarar aquele clima abaixo de zero. No mesmo período, em Delhi, a capital da Índia, a temperatura beirava os 50ºC, derretendo até asfalto.

Alguns trabalhadores acampam à beira da estrada. 

O lugar é muito procurado para trilhas e caminhadas, além da prática de esqui. Os picos de neve e as regiões montanhosas onduladas são perfeitas para a prática de trekking. São inúmeras trilhas, desde as mais simples até as mais desafiadoras.

Estes homens, por exemplo, parecem ser pastores ou pessoal que trabalha na estrada.

Esta área é rigorosamente vigiada pelo exército da Índia, com soldados fortemente armados em todos os lugares.

O exército patrulha toda a região em grandes comboios.

Depois da guerra de Kargil (conflito armado contra o Paquistão, em 1999), houve a implantação pesada do exército indiano.

Neve por todos os lados!


Em determinado momento, o sol até ensaiou uma aparição triunfante. Mas deixou a montanha com cara de bolo de chocolate com chantilly e desapareceu em seguida.

Alguns corajosos se arriscavam a passear e a brincar na neve!


O clima estava tão frio naquele dia que logo afugentou logo os poucos visitantes que foram até lá.

Cadê todo mundo?

Depois de nevar, começou a esfriar demais e a ventar muito. O vento parecia uma navalha afiada, a sensação era de que ele iria cortar mesmo a minha pele.

Passei tanto frio que até me perguntei:  o que que eu estou fazendo aqui?


Nesta panela de ferro com brasas, estavam assando milho e eu aproveitei o calorzinho das brasas para trazer meus dedos de volta à vida!

Não consegui me aquecer e tive que me "refugiar" dentro da caminhonete.


Como o frio só estava piorando e as poucas barracas com comida e chai começaram a fechar, decidimos ir embora também.


Durante a nossa descida, o colorido dos caminhões Tata pela estrada foram um espetáculo à parte. Isso só se vê na Índia!

Homem das montanhas com roupas típicas (e apropriadas para o frio)...


Na parte mais baixa, apesar de frio, não ventava tanto e era bem mais suportável. Este cavalo estava literalmente "caçando" um pouco de grama entre tantas pedras.

A montanha impõe sua presença e nos faz sentir do tamanho de uma formiga!

A Zero Point foi a montanha mais rústica e sem infra estrutura e também onde eu passei mais frio e fome. Pouca gente, poucos recursos, muito frio, muita neve e onde eu me senti mais pertinho do Criador, pois lá, a mão do homem pouco conseguiu interferir!

Lugar bem inóspito, mas belíssimo! E se eu não dissesse que era na Índia, você identificaria como tal?

Beijos,
Ana Maria
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Resumo da semana: de 1º a 4 de dezembro!

Nem consegui encerrar o mês de novembro, já que no dia 30 não teve post... e dezembro começou voando! A primeira semana se foi e daqui pra frente, só vai aumentar a velocidade. Por isso mesmo, para você não perder muito tempo com introduções, vamos direto ao resumo dos assuntos que pintaram por aqui esta semana.

A semana toda foi sobre o Vale da Caxemira, na Índia, onde eu passei uma semana em junho deste ano, mas ainda faltam uns três ou quatro posts sobre este lugar que os indianos chamam de "Paraíso na Terra"!

Terça-feira, dia 1º de dezembro: As belezas do Vale da Caxemira!
Neste post eu apresento o Vale da Caxemira, uma região belíssima, alvo de disputa com o Paquistão desde 1947, quando este se separou da Índia, por ocasião da Independência do país com a Inglaterra. Post aqui.

Quarta-feira, dia 2 de dezembro: A mesquita e o cabelo do profeta!
Esta mesquita, localizada na pequena Hazratbal, distrito de Srinagar, possui uma relíquia muito valiosa para os muçulmanos: um fio de cabelo do profeta Maomé. E tem também um vídeo onde eu gravei um trechinho de uma oração muçulmana. Post aqui.

Quinta-feira, dia 3 de dezembro: Pahalgam,  o Vale dos Pastores!
Esta cidadezinha no Vale da Caxemira, na Índia, antigamente era apenas um vilarejo de pastores, mas hoje, é um dos destinos turísticos mais procurados pelos indianos. Post aqui.

Sexta-feira, dia 4 de dezembro: vídeo subindo a montanha a cavalo!
Este vídeo de menos de cinco minutos mostra um pouco da minha aventura subindo a montanha em um cavalinho. Vale a pena assistir, a paisagem é de tirar o fôlego. É só clicar na imagem acima.

Na próxima semana, ainda tem duas montanhas, a Zero Point e a Sunshine Hill e os incríveis House Boats, no Dal Lake, em Srinagar.

Boa leitura, divirta-se com os vídeo e tenha um excelente final de semana!

Beijos,
Ana
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Video: subindo a montanha a cavalo - Pahalgam

Ontem eu postei sobre o meu passeio em Pahalgam, na Caxemira/Índia, onde eu subi uma montanha a cavalo. Foram horas de subida e, apesar de um tanto complicada, eu consegui filmar e editei para ficar com menos de 5 minutos.


A volta não foi possível, pois choveu muito e a descida ficou perigosa, então dei prioridade em me segurar bem no cavalo e não consegui filmar. Mas acredito que tenha ficado bem legal, vamos assistir?



Espero que você tenha gostado do vídeo, pois não foi nada fácil gravá-lo.

Beijos,
Ana
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