Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Pahalgam ou Vale dos Pastores, é uma pequena cidade no distrito de Anantnag, estado indiano de Jammu e Caxemira, localizada na confluência dos rios Sheshnag e Lidder, a uma altitude de 2.740m e distante 95km de Srinagar, a capital de verão da Caxemira.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Antigamente era um humilde vilarejo de pastores, mas hoje, tornou-se um destino turístico muito procurado na Caxemira, além de muito conhecido pelos artigos de lã produzidos na região.

Pastores de cabras e ovelhas, cena comum nas estradas da Caxemira.

Embora seja um pequeno local, Pahalgam oferece inúmeras opções de entretenimento junto à natureza, com paisagens deslumbrantes. Andar a cavalo, pônei, jogar golfe, fazer trekking, rafting, pesca, visitas a templos e compras de produtos de lã são as atividades mais procuradas. 

Pahalgam, o Vale dos Pastores!
Paradinha na estrada para fazer uma foto com esta ovelhinha. Turista é fogo, né?

O clima é muito agradável no verão, raramente ultrapassa os 25ºC e facilmente abaixo de zero no inverno.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Eu fui em junho, quase verão e as temperaturas estavam muito baixas, sendo que nas montanhas, nevava todos os dias. E nesta época, a temperatura está em torno de -6Cº.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Opções de hospedagem não faltam para atender a todo tipo de turista e orçamento. Pode-se encontrar desde cabanas até hotéis luxuosos.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Na semana em que eu estive na Caxemira, fiquei hospedada em Srinagar e visitei os lugares próximos de carro, com o guia contratado. A viagem até Pahalgam durou cerca de 2h30min. 

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
Estacionamento onde eram contratados os passeios a cavalo.

Eu visitei Baisaran, no centro da cidade, também chamado de "Mini Suíça" pelos moradores e, de lá contratei um passeio a cavalo para subir uma das montanhas.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
Neste ponto, os cavalos aguardavam os turistas para a subida na montanha.

Foi uma aventura e tanto subir a montanha cheia de pedregulhos no lombo de um cavalinho. 

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira

A subida foi cheia de obstáculos e teve três paradas para descanso, lanche e fotos, até um prado belíssimo entre as montanhas. 

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
A paisagem era deslumbrante, o que compensava o sacrifício da subida.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!
Primeira parada para descanso e fotos.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!
A turma ali atrás já estava retomando a subida da montanha.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!
Espetáculo da natureza!

Pahalgam, o Vale dos Pastores!
Deu trabalho subir nesta pedra, mas a vista valeu à pena!

Pahalgam, o Vale dos Pastores!
Bom, hora de retomar as rédeas e continuar a subida...

Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Havia muitos turistas aventureiros neste dia, mas pelo que eu observei, eu era a única estrangeira.

Pahalgam, o Vale dos Pastores!

Na segunda parada, pausa para um Kashmir Kahva (chá típico da região) e apreciar o córrego de águas transparentes que descia pela montanha.

Kashmir Kahva
Kashmir Kahva

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
A natureza e sua perfeição. Momento de agradecer a Deus por tudo!

As montanhas de Pahalgam já foram utilizadas diversas vezes para locações de filmes na Índia.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira

A paisagem montanha acima era de tirar o fôlego, rodeada de florestas de pinheiros e muitas pedras, além de alguns córregos.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira

Esta foto é interessante, mostra a trilha feita por mim, de cima do cavalinho. E olha que este foi um dos trechos mais tranquilos.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
Caminho muito íngreme e cheio de pedras.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira

Na terceira e última parada, várias tendas ofereciam algumas opções de alimentação, refrigerantes e chai, mas praticamente todos os "pratos" eram à base de Miojo da Maggi. Poucos dias depois de eu retornar da Índia, houve uma proibição em todo o país deste produto, pois encontraram uma grande quantidade de chumbo. 

Eu comi muito Miojo nas três montanhas em que eu fui (Pahalgam, Zero Point e Gulmarg Gondola) na Caxemira, pois era o prato mais simples e rápido de ser preparado, já que praticamente não havia infra nenhuma por lá.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira

Nesta última parada, choveu forte e todo mundo teve que se abrigar nesta tenda até a chuva dar uma paradinha e o todo mundo poder voltar para a cidade.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
Choveu muito e esfriou também. No topo das montanhas devia estar nevando.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
Pose para o "look do dia"!

A descida foi tensa, muito barro e pedras escorregadias e eu morrendo de medo do cavalinho pisar em falso e eu voar montanha baixo. Nem pude ver direito o trajeto, pois como o caminho montanha abaixo era muito íngreme, eu precisei jogar todo o peso do meu corpo para trás, para não forçar o animal e correr risco de voa montanha abaixo...


Esta foto foi feita na subida, com, a terra ainda seca. Imagine isso encharcado, escorregadio e com barro cobrindo as patas dos cavalos... A ferradura da pata traseira de um dos cavalos se soltou e o coitado sofreu para descer. Ainda bem que não foi o meu, pois quem tava montando precisou descer nos trechos mais perigosos.

Pahalgam, o Vale dos Pastores! - Caxemira
O valor deste passeio, cavalo e guia (na foto acima), custou cerca de US$ 50,00.

Não consegui fotografar e nem filmar a descida, aliás, praticamente nem consegui ver o que tinha pela frente,mas certamente foi a aventura mais perigosa que eu fiz na Índia. Muito mais do que andar de elefante e de camelo.

A subida eu consegui gravar algumas partes e vou editar porque está muito extenso. Assim que estiver pronto, coloco no youtube e publico por aqui também.

O que você achou, gostou deste passeio a cavalo? Faria tranquilamente?

Beijos,
Ana Maria
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A mesquita e o cabelo do profeta Maomé!

Na Caxemira eu visitei um importante santuário para os muçulmanos, a Mesquita Hazratbal, localizada na cidade de Hazratbal, distrito de Srinagar, norte da Índia.


Esta mesquita, toda em mármore branco, está situada na margem esquerda do Dal Lake (Lago Dal) e é considerado o mais sagrado santuário muçulmano na Caxemira. O seu significado, nos idiomas urdu e kashimiri, é "Lugar Majestoso".

Portões de entrada para o santuário.

A mesquita possui 105m de comprimento por 25m de largura. 

O Santuário de Hazratbal é muito especial para os muçulmanos porque contém uma importante relíquia do Profeta Maomé (Mohammed): um fio de seu cabelo

Relíquia com o fio de cabelo do profeta Maomé

Por causa deste fio de cabelo, as mulheres são proibidas de entrar na área principal da mesquita!


A seta mostra a entrada da salinha de orações para as mulheres, que fica bem ao fundo da mesquita.

Eu precisei entrar pelo pátio, à esquerda da mesquita e seguir até os fundos, onde havia uma salinha para as mulheres fazerem suas orações. Fui até a porta desta salinha meio escura, olhei as mulheres que lá estavam, mas desisti de entrar.

A vista para o Dal Lake, do pátio da mesquita, é inspiradora!

Fiquei fazendo minhas próprias orações do lado de fora, olhando a belíssima vista para o lago e observando os inúmeros pombos e corvos que ficavam sobrevoando o local.

Calçadão para o Dal Lake,na lateral da mesquita.


Algumas mulheres que saíam da salinha curiosas, foram até mim e puxaram conversa. Queriam saber de onde eu vinha, qual a minha religião, se eu estava gostando da Caxemira, etc...



Apenas uma destas mulheres já tinha ouvido falar no Brasil. Outras, como esta muçulmana de amarelo, nem inglês falavam, apenas queriam tirar fotos comigo, uma loira exótica para elas... 


A interessante história do fio de cabelo do profeta islâmico Maomé (Mohamed)
Diz a lenda que o Mo-e-Muqaddas (o cabelo do profeta) foi levado para a Índia em 1635, por Syed Abdullah, um descendente do profeta Maomé, que deixou a Medina, na Arábia Saudita e estabeleceu-se na cidade de Bijapur, no estado indiano de Karnataka. 

Quando Syed Abdullah morreu, o seu filho Syed Hamid herdou a relíquia. Quando o imperador mughal Aurangzeb conquista da região, Syed Hamid foi despejado de suas propriedades e ficou sem condições de cuidar da relíquia, então vendeu-a para o rico empresário kashmiri, Khwaja Nur-ud-Din Eshai.


Quando o Imperador ficou sabendo da relíquia e de sua venda, ele tomou a mesma do empresário e prendeu-o em Delhi. A relíquia então, foi enviada para o santuário de Harzat Khwaja Moinuddin Chishti, em Ajmer, no Rajastão, que eu também visitei (para ler sobre esta outra mesquita, clique no nome  grifado). 

Mais tarde, reconhecendo o seu erro, o Imperador Aurangzeb decidiu devolver a relíquia para o empresário Khwaja Nur-ud-Din Eshai e deu permissão para que o mesmo a levasse para a Caxemira. Infelizmente, o erro foi reconhecido tarde demais, pois o empresário já havia morrido na prisão. Somente em 1700 a relíquia pode, finalmente, ser levada para a Caxemira, junto com o corpo de Khwaja Nur-ud-Din Eshai e conduzida pelos eu filho Inayat Begum.

Inayat Begum tornou-se guardião da relíquia e construiu o Santuário Hazratbal.

Posteriormente, Inayat Begum casou-se com a integrante de uma importante família de Srinagar (Banday) e, desde então, seus descendentes têm sido os guardiões da relíquia.


O desaparecimento da relíquia
Em 26 de dezembro de 1963, a relíquia com o fio de cabelo de Maomé desapareceu misteriosamente da mesquita. Houve protestos em massa, milhares de muçulmanos foram às ruas em todo o Estado da Caxemira. Foi criado até um comitê para tentar recuperar a relíquia. Em 31 de dezembro, o primeiro-ministro da Índia na época, Jawaharlal Nehru fez um pronunciamento à nação pela recuperação da relíquia, o que aconteceu em 4 de janeiro de 1964.


Obviamente eu não tive acesso ao fio de cabelo do profeta Maomé, mas imagino também que, mesmo estando dentro da mesquita, ela não deve estar à vista de todo mundo. A relíquia com o fio de cabelo do profeta é mostrada para a multidão em ocasiões especiais apenas do alto do minarete da mesquita.


Oração muçulmana: no momento em que eu estava no pátio da mesquita, começou uma das cinco orações diárias dos muçulmanos e eu aproveitei para gravar um trechinho. O vídeo todo não tem um minuto, vamos assistir?


Você gostou da mesquita e da história do fio de cabelo, ou não curte estes assuntos religiosos? Eu não sou muçulmana, mas a parte histórica eu achei muito interessante.

Beijos,
Ana Maria

Obs: as imagens que não levam a marca d'água do blog não foram feitas por mim!
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Caxemira, zona de conflito em terras belíssimas!

As terras em volta das montanhas do Himalaia, na minha opinião, são os mais belos lugares da Índia. Além de Rishikesh, localizada no Estado de Uttarakhand, e Manali, no Estado de Himachal Pradesh, eu visitei a Caxemira (Kashmir), cujo nome oficial é Jammu and Kashmir.

A Caxemira também é chamada de Paraíso na Terra!

À partir de hoje, começa uma série de posts sobre a região da Caxemira. Primeiro vou dar uma pincelada geral sobre o Estado e depois vou contar um pouco mais sobre os lugares que eu visitei.


Os principais idiomas do Estado da Caxemira são o urdu, dogri, kashmiri, mas falam também o hindi e inglês. Lembrando que a India possui 23 idiomas oficiais!

Cena muito comum em Pahalgam, pastores e ovelhas andando pelas ruas. 

A Caxemira está localizada nas montanhas do Himalaias e faz fronteira com os Estados de Himachal Pradesh, Punjab, Tibet (na região administrada pela China) e Paquistão. Este último, que foi separado da Índia em 1947, após a Independência, disputa esta região desde então.


A área de fato administrada pela Índia é menor do que a pretensão territorial, já que parte da região geográfica da Caxemira é administrada pelo Paquistão e parte pela República Popular da China. 

Controle rigoroso contra ataques terroristas, principalmente vindos do Paquistão: a Caxemira possui autonomia especial nos termos do artigo 370, da Constituição da India e eu percebi isso claramente em Srinagar, a capital de verão deste Estado. Assim que eu desembarquei no aeroporto, eu precisei preencher aquele formulário que todos os estrangeiros preenchem ao entrar em um país. Isso que eu já tinha preenchido um destes formulários em Delhi. Ainda no aeroporto, fui submetida a um intenso interrogatório por três policiais federais. Queriam saber o básico: o que eu estava fazendo lá, quanto tempo iria ficar, qual o hotel etc.

Revistas e detectores de metais: ao pegar o voo de volta, a revista começou praticamente 1 km antes do embarque, já na zona do aeroportuária. Ao todo, passei por quatro revistas e três detectores de metais. Na última revista, eu fui "apalpada" em algumas partes do meu corpo para verificarem se eu não portava nenhum objeto explosivo no meu corpo.
Vale destacar que todas as revistas femininas na India são efetuadas exclusivamente por mulheres! Não me senti desrespeitada, pois entendi como funciona o sistema de prevenção terrorista no local.

Pelas ruas e em quase todos os lugares, dezenas de militares fortemente armados controlam tudo o que acontece na região e nem sempre é possível fotografar ou filmar. No primeiro dia, confesso que estranhei muito, mas depois acostumei e nem mais me importei do isso.

Telefone e internet: durante a minha estada na região, eu vi que o chip telefônico que eu havia comprado em Delhi não funcionava na Caxemira. Somente chips comprados lá funcionam e comprá-los não é uma tarefa simples. Então, quando precisei, usei o celular do meu guia local, o super prestativo Umar. A internet também é totalmente controlada pelo governo local, que tira do ar e restabelece a qualquer momento.. ou dias depois.

Umar, meu guia e motorista contratado na Caxemira. 

O Umar foi muito correto e prestativo. Se alguém for visitar a região, sugiro contratar um guia e recomendo este. Tenho os telefones, whats e e-mail dele. É só entrar em contato comigo inbox que eu informo.

Mesquita Hazratbal, em Srinagar, que eu também visitei.

População: Jammu e Caxemira, com mais de 12 milhões de habitantes, é o único estado na Índia, com uma população de maioria muçulmana. No restante do país, prenominam os hindus. 

A Caxemira é formada por três regiões: Jammu (população hindu), Vale da Caxemira (muçulmanos) e Ladakh (budistas).

As capitais, que são duas: Srinagar, de maioria muçulmana, é a capital do Estado durante a primavera/verão e Jammu, de maioria hindu, é a capital durante os meses de outono e inverno. 

Pomar de maçãs, próximo a Pahalgam.

O Vale da Caxemira é famoso por sua belíssima paisagem montanhosa e Jammu, pelos seus numerosos templos hindus. Ladakh, também conhecido como "Little Tibet", é famosa pelas belas montanhas e pela cultura budista. 

Fiquei cerca de uma semana na Caxemira e visitei, além da cidade de Srinagar, as montanhas nevadas em Pahalgam, Zero Point, em Sonmarg e Gurlmarg Gondola, em Gulmarg. 

 Subi até as montanhas de Pahalgam em um cavalo.

Zero Point, em Sonmarg. Nevou e fez muito frio naquele dia. Quase congelei! 

Aqui é Gulmarg Gondola, em Gulmarg.

Explorei apenas a região do Vale e as montanhas da Caxemira, inclusive quase na fronteira com o Paquistão, mas não fui para as outras duas regiões (Jammu e Ladakh).
 
Sonmarg

A região é de tirar o fôlego: belíssima! Era o mês de junho, já entrando no verão e fazia frio, chegando até a nevar nas montanhas.


Um contraste com a capital do país, Delhi, que na mesma época, os termômetros registravam quase 50ºC e o calor intenso estava derretendo até  asfalto.

Dal Lake

Dal Lake é um famoso lago em Srinagar, onde as pessoas moram em barcos belíssimos. A maioria também oferece serviços de hospedagem aos turistas.

Gulmarg Gondola

Nos próximos posts, vou contar um pouco sobre cada um dos lugares por onde eu andei na Caxemira. Aguardo você!

Beijos,
Ana Maria
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Resumo da semana: de 24 a 27 de novembro!

Esta semana foi bem tumultuada para mim, eu consegui postar apenas três dias, mas na próxima semana tudo estará regularizado e os posts diários voltarão ao normal. 

Resumo da semana: de 24 a 27 de novembro de 2015.

Mesmo com poucos posts, os assuntos são interessantes e vale a pena dar uma conferida. Vamos lá?

Terça-feira, dia 24 de novembro de 2015: Livre Imposto na Glamourosa
A Loja Glamourosa criou mais duas modalidades de envio rápidos e para você não pagar imposto alfandegário. Um deles garante 100% que suas compras não serão taxadas e noutro, se for, eles lhe dão um crédito no valor das taxas para ser utilizado no site. E ainda tem um desconto usando o cupom viagensebeleza. Post aqui.

Quarta-feira, dia 25 de novembro: Conheça a belíssima Vinícola Luiz Argenta.
Esta vinícola foi eleita pela Revista Adegas, que é especializada em vinhos e espumantes, como uma das mais belas vinícolas do mundo. Leia o post sobre a minha visita e as fotos incríveis que eu fiz aqui.

Sexta-feira, dia 27 de novembro: Black Friday
Ontem aconteceu a Black Friday nos EUA e em vários países do mundo, inclusive no Brasil. E aqui, muitas lojas ainda mantêm os descontos por todo o final de semana. Saiba um pouco mais sobre esta ação comercial que promete descontos incríveis, de até 70%. E saiba também como evitar a Black Fraude. Post aqui.

Aproveite muito bem o seu fim de semana! Beijos e até segunda-feira.
Ana
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