Bye bye Nova York, vídeo de despedida, voo LATAM!

Os posts sobre Nova York chegaram ao fim e para encerrar este ciclo, editei um vídeo mostrando em 2 minutos, como foi o voo da LATAM (agora oficial) de Nova York para São Paulo e que durou 10 horas.

Bye bye Nova York, vídeo de despedida, voo LATAM!

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Que tal, foi maravilhoso voar 10 horas em 2 minutos, não é? Se você gostou do vídeo, dê seu joinha (clicando na mãozinha do like) lá no youtube!

Na semana que vem voltam os posts e vídeos sobre a "Incredible India"! Ainda tenho muitas resenhas de produtos comprados em Nova York para postar, mas como ainda estou testando, vou alternar com os posts de viagens.

Beijos,
Ana Maria
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Shampoo Oleo Therapy Sulfate-free L'Oréal, com mistura de 6 óleos e extratos de flores

Eu já comentei em outros posts que estou alternando os assuntos de viagens, vídeos e resenhas, então, hoje tem resenha de um shampoo da L'Oréal bem interessante, o Shampoo Oleo Therapy, que contém uma mistura de seis óleos de diferentes flores e é livre de sulfatos.

O que é Óleo Terapia: É um tratamento à base de óleos. Os óleos para o cabelo são naturalmente ricos em ácidos graxos essenciais, que ajudam a reparar e a rejuvenescer fios e células da pele. E incrivelmente, óleos têm a dupla capacidade de limpeza e nutrição, pois retiram a sujeira e resíduos ao mesmo tempo, penetrando profundamente na fibra capilar para nutrir a cutícula.


O que diz a L'Oréal sobre o Shampoo Oleo Therapy: o nosso primeiro sistema de reposição de óleos para cabelos opacos, secos ou danificados. Formulado com uma mistura de óleo de 6 flores, nosso sistema proporciona uma nutrição intensa e muito brilho. Restaura o cabelo deixando-o mais liso, macio e sedoso. Indicado para cabelos opacos, secos ou danificados. Sem sulfato, não pesa nos fios e não deixa resíduos.

Ingredientes do shampoo Oleo Therapy

Além do shampoo, a linha Oleo Therapy tem o condicionador, máscara e ampola de óleo para tratamento. Eu comprei só o shampoo para testar, pois já tenho muitos óleos e condicionadores aqui em casa. Mas eu uso este shampoo junto com o condicionador da outra linha da L'Oréal, a Óleo Extraordinário (resenha aqui), que já e comercializada aqui no Brasil. 

Sulfato-free: a linha Oleo Therapy tem a fórmula um pouco diferente da Óleo Extraordinário, porque, além de conter um mix de 6 óleos e extrato de flores, como óleo de argan, óleo de rícino, óleo de coco, extrato de camomila, rosas, gardênia, flor de laranjeira, enfim, ela é 100% botânica e livre de sulfatos.

O que são sulfatos: são detergentes pesados, como o lauril sulfato de sódio (LSS), uma substância que faz espuma, mas que também pode remover a proteção natural do fio deixando-o ressecado, quebradiço e com frizz.


Minha experiência: o shampoo é um amarelinho transparente e a textura é bem densa, parece um óleo grosso. Não precisa usar muito e mesmo sendo sem sulfato, ele faz bastante espuma (não sei o que colocaram na fórmula para isso). É muito perfumado, tem cheirinho maravilhoso de flores e deixa o aroma floral nos fios por horas.

Nestes dias frios eu não consigo tomar banho com água morna, muito menos dar o último enxágue com água fria... e o cabelo sofre muitos danos com isso. A água quente tira toda a camada protetora, deixando os fios bem ressecados e sem vida, então é preciso repôr esse óleo perdido. Por isso, quase todos os shampoos, condicionadores ou máscaras que estou usando no momento, contém óleo na formulação. 

Um zoom para ver melhor a textura

Considerações finais: eu gostei muito deste shampoo, percebi que ele limpa bem, não resseca os fios e deixa eles super macios, sedosos e com brilho (ah, tinha esquecido, e bem desembaraçados também). Mas nestes últimos itens tem a participação do condicionador, não é mérito apenas do shampoo. E mesmo sendo de linhas diferentes da L'Oréal, os dois tem óleos na formulação, então vou levar em conta a limpeza sem ressecar, que é a função principal deste shampoo.

Comprei na loja Harmon (post aqui) e paguei US$ 5,99. No site americano da L'Oréal está US$ 6,99. Infelizmente esta linha (ainda) não foi lançada no Brasil.

Você já usou algum shampoo sem sulfato? Notou diferença?

Beijos,
Ana
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Vídeo: Times Square, presente e passado!

No post anterior eu expliquei o que é a Times Square e contei também algumas informações e curiosidades. Mas agora, para quem gosta de vídeo, tem a Times Square em movimento.

Vídeo: Times Square, presente e passado!

Aproveitei e incluí um trechinho que eu gravei lá em novembro de 2011, quando visitei Nova York pela primeira vez.

Então, aperta o play, aumenta o som e vem comigo passear pelo ponto turístico mais visitado do planeta!

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Beijos,
Ana Maria
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O que é mesmo a Times Square?

A Times Square é a maior atração de Nova York e onde tudo acontece, mas você, que nunca foi para NY, sabe exatamente o que é essa tal de Times Square? Não se preocupe se você não sabe ou mesmo se nunca tinha ouvido falar, pois você não é obrigada a saber! Mas já que é um ponto turístico famoso mundialmente, vou explicar melhor o que é.


Entre as principais atrações do que fazer em Nova York, a Times Square não é uma rua ou uma avenida, também não é uma esquina, é uma área localizada na junção da Broadway com a 7ª Avenida, entre a Ruas 42th  e a 47th, na região central de Manhattan. 


É uma área comercial, onde todos os prédios são obrigados a instalar letreiros luminosos de publicidade, ligados 24 horas por dia. Na Times Square é onde também fica a maior parte dos teatros e casa de shows da Broadway. 

Não consigo nem imaginar o custo de anunciar nestes painéis luminosos

É possível encontrar praticamente de tudo na Times Square, desde lojas de marcas famosas, bares, restaurantes e escritórios de grandes empresas. 


A Times Square possui uma das maiores concentrações da indústria do entretenimento no mundo.


É super legal passear pela Times Square, a menos que você tenha fobia de multidões. Mas como turista, vale muito à pena conhecer. Só aconselho a pesquisar bem antes de comprar alguma coisa por lá, pois os preços geralmente são bem mais caros do que em outros lugares, devido à alta concentração de turistas. Mas pesquise, pois algumas lojas têm o preço tabelado.


Times Square significa "Praça do Tempo", mas o nome original dado pelos colonizadores britânicos era Longacre Square. O nome foi alterado em abril de 1904, por causa do edifício Times Building, que sediou durante anos os escritórios centrais do famoso jornal The New York Times. Atualmente o edifício é conhecido como One Times Square e o jornal está em um outro prédio, gigantesco, em frente à estação central de ônibus, a Port Authority.


A queda da bola nas noites de Reveillon: na Times Square é onde também acontece a famosa queda da bola na véspera de Ano Novo.

Esta bola que significa o Dia de Ano Novo foi lançada pela primeira vez em 31 de dezembro de 1907, para substituir os perigosos fogos de artifício que antes eram lançados do mesmo edifício. Desde então, a queda da bola tornou-se uma tradição anual.

Eu fotografei a bola logo que cheguei, mas dias depois ela não estava mais lá. Deve ter sido retirada para manutenção.

A bola atual é de LED e estreou para a chegada do ano de 2008 e sua instalação tornou-se permanente. Ela é utilizada também para outras celebrações, como o Dia dos namorados e o Dia das Bruxas.

Cerca de um milhão de pessoal se espremem nas geladas noites de 31 de dezembro para apreciar a famosa queda da bola.

Recorde de público: na troca do milênio, em 31 de dezembro de 1999, as autoridades americanas registraram um público de 2 milhões de pessoas, batendo um recorde anterior registrado em agosto de 1945, durante as celebrações que marcavam o fim da Segunda Guerra Mundial.

Ventava muito no momento desta foto, minha cabeleira não é tanto assim!

Atualmente, a Times Square é o ponto turístico mais visitado do mundo. Circulam por lá cerca de cerca de 360.000 pedestres por dia, totalizando mais de 131 milhões por ano!

Sorry, eu esqueci de fotografar a famosa escadaria de perto.

Mas achei uma foto dela nos meus arquivos, só que de 2011...

Eu fui diversas vezes na Times Square, tanto durante o dia quanto á noite. É muito legal caminhar e até sentar em um dos bancos ou na famosa escadaria e ficar observando as pessoas e o movimento em volta. Agora, eu não teria interesse em ver esta bola caindo ao vivo, em pleno e rigoroso inverno americano e com o lugar apinhado de gente.

*Debaixo da escadaria da Times Square fica um dos escritórios da TKTS, onde são vendidos ingressos para os espetáculos do dia, a preços bem inferiores. Mas é aquilo, espetáculos não muito disputados e/ou lugares que ninguém quis. Mesmo assim, as filas são enormes!



Dica de filme: para quem quer ver a queda da bola sem precisar ir até Nova York e nem esperar pela noite de Ano Novo para ver na tv, assista ao filme Noite de Ano Novo, lançado em dezembro de 2011. É uma comédia que tem como atores Robert de Niro e Ashton Kutcher. É bem legal e divertido!

Espero que você tenha gostado deste post.
Beijos,
Ana
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Dream Velvet, a base hidratante matte da Maybelline!

Hoje tem resenha de uma base da Maybelline que eu comprei em Nova York, a Dream Velvet, que foi lançada no início do ano por lá. Acho que ainda não chegou no Brasil, pois não vi nada a respeito. Mas deve estar chegando...


O que diz a Maybelline: primeira base hidratante matte da Maybelline para uma pele 100% perfeitamente lisa e aveludada. Fórmula única, com gel, ideal para pele normal. Cobertura média.

Esta base gel refrescante deixa a pele aveludada, com acabamento matte suave e hidratada por 12 horas.

A cartela da Dream Velvet tem 12 tons matte. 

Juntamente com a base Dream Velvet, a Maybelline lançou também esta esponja, mas eu não comprei.

Para melhores resultados, aplicar a base Maybelline Dream Velvet usando a esponja Maybelline Dream Blender (foto acima).

A embalagem contém 30ml

Ingredientes

Comprei a  cor Honey bege 90

Minha experiência: a embalagem é de plástico, bem simples e como não tinha nenhum tester na loja, eu comprei no olho mesmo. A base de número anterior, a Natural Bege 75 parecia ser clara demais para a minha pele, então optei por esta, mas acho que a 75 teria sido mais adequada mesmo.

Como a pele do rosto sempre é um pouco mais escura do que a das mãos, depois de bem espalhada, ela não ficou escura em mim. Deu um leve toque bronzeado e eu até que gostei, mas confesso que quando abri pela primeira vez, eu me assustei.

A textura se parece mais com um mousse do que com gel, é bem geladinha e espalha fácil. Diz a Maybelline que é também hidratante. A cobertura é média e o acabamento é fosco, mas sem deixar aquele aspecto ressecado, pelo contrário, deixa a pele até um pouco iluminada. A base é bem fininha e em alguns pontos, preciso reaplicar mais um pouco, mas bem de leve para não ficar muito escura e isso por causa da cor, não pela textura.

Como fica a tonalidade depois de bem espalhada 

A pele até que fica aveludada, mas neste quesito (pele aveludada), ela nem se compara com o BB Blur da La Roche-Posay (mas a diferença de preço....). Fiz resenha na semana passada (post aqui).

Apesar da base ter acabamento matte, como ela também é hidratante, imagino que não seja adequada para quem tem pele oleosa. Mas acho que peles mistas podem usar tranquilamente.

Comprei na Harmon, em Nova York e paguei US$ 8,49. Nas farmácias estava em torno de US$ 11,00. 

Espero que a Maybelline traga logo para o Brasil, pois é uma base boa e o preço, compatível. Eu gosto muito da marca, pois os produtos têm qualidade e o preço é sempre muito bom.

Você já usou alguma base da marca? O que achou deste lançamento da Maybelline?

Beijos,
Ana
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Vídeo: como conhecer a Estátua da Liberdade de graça!

No post anterior e contei em detalhes como conhecer a Estátua da Liberdade totalmente de graça. Postei também muitas fotos legais.

Vídeo: como conhecer a Estátua da Liberdade de graça!

E para quem quer ver esse passeio em movimento, tem um vídeo de 2 minutos, mas o suficiente para se ter uma ideia de como é este passeio.

Agora, aperta o play e vem comigo navegar pelo Rio Hudson, em Nova York.

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Beijos,
Ana Maria
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Conhecendo a Estátua da Liberdade de graça!

A Estátua da Liberdade (o nome oficial é "A Liberdade Iluminando o Mundo") foi um presente do governo francês para a comemoração do centenário da assinatura da Declaração da Independência dos Estados Unidos. 


Inaugurada em 28 de outubro de 1886, a Estátua fica na Ilha da Liberdade (Liberty Island), bem na entrada do Porto de Nova York. Ela Foi projetada e construída pelo escultor alsaciano Frédéric Auguste Bartholdi, que contou com a assistência do engenheiro francês Gustave Eiffel, o mesmo que projetou a Torre Eiffel, de Paris.

A estátua mede 46m de altura e pesa 204 toneladas.

A Estátua da Liberdade é um dos maiores símbolos de Nova York e um dos pontos turísticos mais visitados da cidade. Por isso mesmo, quase todo mundo diz: "Tem que ir!"  Mas será mesmo? Não gosto muito desta frase "tem que ir", pois cada pessoa tem pontos de vista e preferências diferentes. Esse "tem que ir" é muito relativo.

Nova York, novembro de 2011.

Eu fui duas vezes a Nova York e na primeira vez, em 2011, só a vi bem de longe, de Manhattan mesmo, pois eu não estava a fim de perder horas e enfrentar filas enormes para tentar uma selfie com a "Miss Liberty". 

Zoom 5X nesta foto, mas tinha muita neblina em volta da Estátua e foi assim que eu a conheci pessoalmente (e de longe), em 2011.

Nesta segunda viagem, em maio de 2016, descobri uma maneira bem legal de conhecer a Estátua (um pouco) mais de perto, sem enfrentar horas de filas para o barco e para a selfie e sem gastar nem uma moedinha por isso. De quebra, ainda fiz um belo passeio de ferry boat pelo Rio Hudson!

Mesmo sendo um dia de muito frio e vento gelado, a fila era enorme lá na Liberty Island.

Esta dica é ótima para quem pensa como eu, mas se subir na Estátua ou tirar uma selfie bem de perto é importante para você, mesmo que tenha que enfrentar filas, então o caminho até lá é por outro pier. Mas reserve no mínimo, 5 horas para este passeio.

 Foto no interior do  Whitehall  Ferry Terminal

No canto direito, onde tem bastante gente, é a entrada para a área do embarque.

Como conhecer a Estátua da Liberdade sem pagar nada: você vai até o Sul de Manhattan, caminhando ou de metrô. O nome do terminal é Whitehall Ferry Terminal e o ferry é o mesmo que vai para Staten Island, um dos 5 distritos de Nova York e o que fica mais distante de Manhattan. 


O ferry parte de ambos os terminais (Manhattan e Staten Island) a cada 30 minutos (em horários de pico, a cada 15min) e funciona 24 horas, 7 dias por semana. O percurso dura cerca de meia hora e o melhor, é totalmente grátis.

Lado interno direito do ferry boat

Como ter uma vista melhor da Estátua: para ver a estátua (mais ou menos) de perto, na ida, fique no lado direito do ferry e na volta, no esquerdo. 

Foto feita dentro do ferry, no lado direito.

Parte central do ferry boat

A parte central é bem grande, mas não tem vista para a Estátua, por isso está quase sempre bem vazia e com muitos lugares para sentar. 

Foto no  convés. O vento estava bem danado!

Mas se não estiver muito frio, vá para a parte de trás, tem um convés e você terá uma linda vista de Manhattan (ou parte da frente, se o ferry estiver retornando). No meu caso, a vista foi prejudicada pelo mau tempo, mas em dias ensolarados, deve ser muito mais bonita.


Como o dia estava nublado, frio e com muito vento, eu consegui ficar apenas alguns minutos para tirar umas poucas fotos e gravar um trechinho de vídeo. 


O ferry que faz o trajeto até Staten Island é enorme. Existem vários, que transportam diariamente mais de 70.000 pessoas.

Terminal do ferry boat em Staten Island

Quando você chegar em Staten Island, se o dia estiver bonito, aproveite para dar umas voltinhas pela ilha. Pode almoçar por lá, enfim, explorar um lugar diferente. Eu não sei dizer se vale à pena ou não, pois como o dia estava feio, eu peguei o mesmo ferry de volta para Manhattan. Quando o ferry chega em Staten Island, todo mundo precisa desembarcar, mesmo quem quer retornar logo. Mas é só sair e embarcar novamente, pelo outro lado.

Qual metrô vai até o Whitehall Terminal?
Pode ser a Linha 1 e desembarcar na Estação South Ferry, ou a linha R, e  desembarcar na Estação Whitehall St. Para achar o terminal é muito fácil, só seguir o fluxo de pessoas.

Localização do Whitehall Terminal

E como chegar até a Liberty Island: mas se quiser ver a Estátua da Liberdade bem de pertinho, você precisa ir até o Pier 17, no South Street Seaport e pagar cerca de US$ 21,00. Você também pode comprar online e pular esta fila, pelo menos e só enfrenta as filas para embarcar e para subir na Estátua. 

Dicas de passeio pelo Sul de Manhattan, para fazer no retorno da Estátua:


Touro de Wall Street: como o Whitehall Terminal fica bem pertinho de Wall Street, na volta, aproveite para dar um passeio até onde fica o famoso touro. Se conseguir chegar perto, tire uma foto com ele. 

"Excuse me" daqui, "excuse me" dali , eu fui chegando perto e... click! Tirei minha foto com o bicho!

Quando eu fui tinha uma multidão e o melhor que eu pude fazer, sem precisar esperar muito tempo, foi fazer a selfie acima.

Tendo paciência para garimpar, na Century 21 tem marcas famosas por ótimos preços.

Você também pode caminhar mais um pouquinho e ir até a Century 21, que na Broadway, 1972, garimpar umas comprinhas e depois dar uma olhadinha no novo WTC, que foi construído onde antes eram as Torres Gêmeas.

Novo prédio do World Trade Center

O que você achou desta dica do ferry boat? Ou você iria preferir ver a Estátua bem de pertinho?

Beijos,
Ana Maria

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