Taj Mahal, o maior símbolo do amor na Índia!

Hoje é um dia especial, pois termino aqui os posts sobre as minhas aventuras pela Índia e não foi por acaso que eu escolhi falar sobre o Taj Mahal nesta despedida, já que hoje é também o dia do meu aniversário!


O Taj Mahal é um mausoléu construído na margem sul do Rio Yamuna, na cidade de Agra (distante 204km de Delhi, a capital da Índia). Eu fui até lá de trem, partindo de Delhi.


É o monumento mais conhecido do país, também chamado pelos indianos de Símbolo do Amor. Foi classificado pela UNESCO em 1983 como Patrimônio da Humanidade e é uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno!


O Imperador que construiu o Taj Mahal

Shah Jahan, que em persa significa "Rei do Mundo", era filho do Imperador Jehangir e neto do Imperador Akbar, o Grande. Após a morte de seu pai, em 1627, Shah Jahan saiu vitorioso de uma amarga luta de poder com seus irmãos. 

Como eu contei no post anterior (aqui), naquela época a disputa pela sucessão era na base do matar ou morrer. Em 1628, Shah Jahan coroou-se imperador da Índia, em Agra. Ao seu lado estava a rainha Mumtaz Mahal, com quem o imperador havia se casado em 1612.


A Rainha favorita do Imperador

Arjumand Banu Begum era uma princesa persa muçulmana que o Imperador conheceu quando ambos tinham 14 anos e ele se apaixonou por ela. Cinco anos mais tarde eles se casaram e ela passou a se chamar Mumtaz Mahal (A Preferida do Palácio ou a Joia do Palácio). Mumtaz era a segunda esposa do Imperador, mas por ele ter se casado por amor, era sua favorita dentre as três esposas. 

Apesar de também possuir um harém com mais de trezentas mulheres, nenhuma delas o fazia tão feliz quanto Mumtaz Mahal. E esta, uma bela e inteligente rainha, revelou-se uma excelente e inseparável conselheira do marido, tornando-se a rainha preferida também pelo povo, pois era muito caridosa e dedicada.


A morte da Rainha e o luto do Imperador

Em 1631, aos 38 anos de idade, Mumtaz Mahal morreu após dar à luz 14º filho do casal. O Imperador, desesperado, também quase morreu de tristeza e desgosto. Sua vida então transformou-se em pura desolação e lágrimas. Ele abandonou os trajes reais e adotou o luto para sempre. Dizem que, em apenas três meses, a barba negra de Shah Jahan embranqueceu por completo.

O Imperador, que ao longo de seu reinado havia encomendado uma série de impressionantes construções, decidiu construir o mais belo e grandioso mausoléu para abrigar os restos mortais de sua amada esposa. Para a construção, o Imperador contratou os mais renomados arquitetos da época e impôs a seguinte orientação: 

"Que não seja fúnebre, pois deverá celebrar a curta vida de um amor. A sua beleza e graça hão de recordar eternamente a mulher amada, sem envelhecer". 

A construção deste mausoléu começou em 1632 e demorou mais de 20 anos para ser concluído. 


O Mausoléu

O Taj Mahal faz parte de um enorme complexo de construções, que combinou influências indianas, persas e islâmicas na sua arquitetura. No centro do complexo está o próprio Taj Mahal (com 580m de comprimento e 304m de largura), uma das estruturas mais famosas do mundo e símbolo impressionante da rica história da Índia. 

Aqui uma pequena homenagem ao meu time, o Sport Club Internacional

A construção do Taj Mahal

Ao longo de quase 22 anos, mais de 20 mil trabalhadores da Índia, Pérsia, Império Otomano e Europa, além de cerca de mil elefantes, ajudaram a construir o complexo do Taj Mahal, concluído em 1653. O custo total da obra foi cerca de 32 milhões de rúpias.

Os arquitetos do Taj Mahal

O principal arquiteto do Taj Mahal foi o persa Ustad Isa, que foi auxiliado por outro persa, Isa Muhamed Efendi, por um veneziano chamado Geronimo Veroneo e outro persa, Amanat Khan Shirazi, além de Ustad Ahmad Lahouri, nascido em Badakhshan (é uma região histórica da Ásia Central, que abrange parte do nordeste do Afeganistão e do sudeste do Tajiquistão.)

A entrada do Taj Mahal

A origem do nome Taj Mahal

Em homenagem a Mumtaz Mahal, o mausoléu recebeu o nome de Taj Mahal, que significa "A Joia do Palácio" e foi construído todo em mármore branco, trazido de toda a Índia e da Ásia Central, incrustado com pedras semi-preciosas (jade, cristal, lápis-lazuli, ametista e turquesa), formando intrincados desenhos em uma técnica conhecida como pietra dura. Sua cúpula central, costurada com fios de ouro, alcançou uma altura de 73 metros e foi cercado por quatro cúpulas menores e, nos cantos, por quatro torres delgadas (minaretes).

Aqui podemos ver claramente as escritas em árabe com versículos do Alcorão.

De acordo com a tradição islâmica, versículos do Alcorão foram inscritos na caligrafia sobre as entradas em arco para o mausoléu, além de inúmeras outras seções do complexo. 

Dentro do mausoléu, uma câmara de mármore octogonal adornada com esculturas e pedras semipreciosas abriga o cenotáfio, um falso túmulo, de Mumtaz Mahal. A minha passagem pelo interior do mausoléu foi tão rápida, pois a fila precisava andar depressa e eu não consegui tirar nenhuma foto. No entanto, o sarcófago real, com seus restos mortais estão mais abaixo, ao nível do jardim. 

Revoada de pássaros sobre o Taj Mahal

O mármore mármore branco cintilante do Taj Mahal muda de cor às nossas vistas, de acordo com a iluminação do dia e conforme os raios do sol. Você pode comprovar isso nas diferentes fotos deste post.

Curiosidade macabra ou falta de interpretação?

Dizem que, após a conclusão do Taj Mahal, o imperador Shah Jahan, ordenou que seus asseclas (capangas) cortassem as mãos dos arquitetos do Taj Mahal, garantindo assim, que nunca iriam construir um outro mausoléu semelhante. Mas o que seria esse “cortar as mãos “ era, na verdade, que os arquitetos receberam muito dinheiro do imperador para que nunca mais construíssem nada igual.

O Complexo Taj Mahal

Todo o Complexo do Taj Mahal inclui uma porta de entrada principal de arenito vermelho e um jardim quadrado, dividido em quatro partes por longas e rasos poços de água.

Mapa do Complexo do Taj Mahal

Em cada lado do Taj Mahal, uma mesquita em arenito vermelho, idênticas, chamadas de Jawab (espelho).

Jawab, as mesquistas espelho!

O Taj Negro

Ainda segundo historiadores, Shah Jahan tinha a intenção de construir um segundo grande mausoléu do outro lado do Rio Yamuna, todo em mármore negro, para abrigar os seus próprios restos mortais. 

A tese de que realmente iria ser construído um Taj Negro foi reacendida em 1871, quando ACL Carlleyle, um arqueólogo britânico, tornou-se o primeiro pesquisador a encontrar restos estruturais no local, embora enegrecidos por musgos e líquens.

A ideia de um Taj Negro, em frente ao Taj Branco, é realmente perturbadora e mexe com o imaginário!

As duas mesquitas em arenito vermelho deveriam ser ligadas ao outro lado do rio através de uma ponte, assim os dois Tajs, o branco e o negro, estariam frente a frente, sem obstáculos. 

Rio Yamuna, nos fundos do Taj Mahal


Porém, antes de começarem as obras do Taj Negro e, para impedir que o pai gastasse fortunas com mais um mausoléu, Aurangzeb (o terceiro filho de Shah Jahan com Mumtaz Mahal), depôs seu pai, então com 66 anos, em 1658, trancafiando-o na torre do Forte e assumiu o poder a si mesmo. 

O triste fim de uma história de amor

Shah Jahan viveu os seus últimos anos 8 anos de vida sob prisão domiciliar em uma torre do Forte Vermelho em Agra (Agra Fort, post aqui), com vista para o majestoso lugar que ele mandou construir para o descanso eterno dos restos mortais de sua amada esposa. Quando ele morreu, em 1666, aos 74 anos, ele foi enterrado no Taj Mahal, ao lado dela.

O abandono e decadência do Taj Mahal

Após a morte de Shah Jahan, o Taj Mahal sofreu total abandono durante dois séculos e entrou em decadência. No final do Século VXIII, Lord Curzon, vice-rei da colônia Britânica, que então governava a India, ordenou um grande projeto de restauração do complexo do mausoléu como parte de um esforço para preservar o patrimônio artístico e cultural da Índia. As obras de restauração foram concluídas somente em 1908.

Além do abandono, o Taj Mahal sofreu muitos danos durante a rebelião indiana em 1857 e também sofreu saques e foi manchado por soldados britânicos e funcionários do governo, que extraíram as pedras preciosas de suas paredes.

Vista da sacada frontal do Taj Mahal para os gramados e o portal de entrada ao complexo.

Durante a restauração, os gramados em torno do mausoléu foram remodelados ao estilo britânico, mas o estilo arquitetônico das construções foi preservado.

Visitas ao Taj Mahal

Cerca de de 3 milhões de pessoas por ano que visitam o Taj Mahal. São cerca de 25.000 visitantes por dia e 45.000, durante a alta temporada. 

Depois de comprar a entrada, fila para revista!

A setinha branca está mostrando minha posição na fila...

O Taj Mahal recebe visitantes diariamente, exceto às sexta-feiras (fechado, pois é dia sagrado para os muçulmanos) e o valor da entrada para estrangeiros é de 750 rúpias (cerca de R$ 45,00). Os indianos pagam apenas 20 rúpias (cerca de R$ 1,20).

*Valor atualizado do Taj Mahal: desde meados de 2016 o valor da entrada para estrangeiros foi reajustada para 1.000 rúpias.

Ingresso para o Taj Mahal - Visita diurna

Visitas noturnas: durante a alta temporada, o Taj Mahal abre também em algumas noites de lua cheia. Imagino que, em noites de luar, o branco do mármore deve refletir uma beleza indescritível! Não sei informar qual o valor para o ingresso noturno.

Entardecer no Taj Mahal


A preservação do mármore

Os cuidados com a sua preservação são intensos e minuciosos. Duas filas organizadas (uma para mulheres e outra para os homens) passam por revista e detectores de metais. 

Todo esse pessoal já comprou a entrada e está na fila da revista

Não entra nada que possa causar algum dano ao mármore. Eu fui revistada e minha bolsa, aberta e cada item analisado. Não pude entrar nem com um pequeno tripé, onde eu segurava a minha câmera GoPro. Deixei-o do lado de fora, numa banca de lanches.

Depois de passar pela revista, segues por uma calçada até o portal de entrada do Complexo Taj Mahal.

De longe já se pode ver um pedacinho branco do Taj Mahal, através da pequena abertura do portal.

Nesta foto pode-se ver melhor o branquinho do Taj.

E assim que se atravessa o portal, esta é primeira visão do Taj Mahal!

Apresentando: ele, o Taj Mahal!

Ah, e ninguém pode subir no mármore tocando o piso diretamente com os calçados. Ou se sobe com os pés descalços, ou usa-se sapatilhas descartáveis (cedidas no local) sobre os calçados.

Parede lateral do Taj Mahal. Na foto aparecem as sapatilhas que eu precisei calçar sobre os tênis.

A poluição em volta do Taj Mahal e o escurecimento do mármore

A poluição do ar a partir de fábricas e automóveis nas proximidades representa uma ameaça contínua para a reluzente fachada de mármore branco do Taj Mahal. Por isso, em 1998, o Supremo Tribunal da Índia ordenou uma série de medidas anti-poluição para proteger o prédio da deterioração. Algumas fábricas foram fechadas, enquanto o tráfego de veículos foi proibido nas imediações do complexo. 


Por incrível que pareça e diante de um monumento tão magnífico, o Taj Mahal foi onde eu não consegui fazer as belas fotos que eu imaginava. Por mais que você possa achá-las lindas, não considero que fiz justiça!


Eu fiquei tão encantada por estar ali, que meus olhos fixos no Taj não conseguiam olhá-lo através da lente da câmera, mas certamente eu tenho registrado cada detalhe em minha mente! Mas Taj Mahal, eu voltarei para fazer fotos melhores!

Ah, antes de encerrar, vou publicar mais um compacto da série "Exóticos são os outros", ou seja, causando no Taj Mahal:


Sobre os lugares que eu visitei na Índia, o Taj Mahal foi um dos primeiros, mas eu quis encerrar com chave de ouro a série de posts sobre este instigante país!

Então, que tal o Taj Mahal? Você já sabia alguma coisa sobre a história dele?

Beijos,
Ana Maria

*Fonte de pesquisa histórica para este post, com adaptações e tradução livre: www.history.com.

**E neste outro site, informações bem detalhadas sobre o Taj Mahal: wikiarquitetura.
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Agra Fort, símbolo de poder e palco de grandes disputas imperiais!

O Forte de Agra, também conhecido como Lal Qila, Qila-i-Akbari ou Forte Vermelho de Agra (Red Fort), localiza-se na cidade de Agra, a 2,5km do Taj Mahal e é considerado o mais importante forte da Índia. Foi classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial.

Forte de Agra
Agra Fort

Por séculos a Índia foi palco de muitas batalhas, invasões e disputas, principalmente entre impérios mongóis e hindus. Por isso, enormes fortalezas e grandes palácios simbolizavam o poder, força e resistência dos imperadores da época.

Forte de Agra

O Forte de Agra também foi alvo de grandes disputas, com ascensão e queda de grandes imperadores que nele habitaram, como Babur, Humayun (este foi coroado imperador no Forte, em 1530), Akbar, Jehangir, Shah Jahan e Aurangzeb.

Forte de Agra
Pátio interno do Forte

Forte de Agra
Detalhe deste pequeno poço

A reconstrução do Forte de Agra por Akbar:
O Imperador Akbar, o Grande, percebendo a importância da sua localização central, fez de Agra a capital do país e se mudou para lá em 1558. O Forte estava em ruínas e foi reconstruído por Akbar, com arenito vermelho da área Barauli, no Rajastão. Cerca de 4.000 "operários" trabalharam nele diariamente durante oito anos, até concluir a obra, em 1573. Este forte representa a maior construção projetada por Akbar.

Forte de Agra
Interior do Forte

Forte de Agra
Jahangir Palace

Forte de Agra
Entrada para o Jahangir Palace

Forte de Agra
Diwan-I-Am - Hall de Audiências Públicas
  
Forte de Agra
Interior do Diwan-I-Am - Hall de Audiências Públicas
  
Forte de Agra
Parede externa da pequena mesquita Mina Masjid (1631/1640)

Forte de Agra
Tak-I-Jahangir - Trono de Jahangir - 1602

Esta poderosa fortaleza vários palácios, como o Palácio Jahangir e o Khas Mahal, construído por Shah Jahan; salas de audiência, como a Diwan-i-Khas e duas belas mesquitas, mas foi somente durante o reinado de Shah Jahan, que era neto de Akbar, que o forte se transformou no que é hoje.

Forte de Agra
O interior do Forte é cheio de construções belíssimas.

Forte de Agra
Jardins internos do Forte

O construtor do Taj Mahal:
Shah Jahan ficou famoso por ter construído o belo Taj Mahal para sua esposa, Mumtaz Mahal. Ao contrário de seu avô Akbar, que adorava construções em arenito vermelho, Shah Jahan preferia edifícios feitos de mármore branco. Durante o seu império, ele chegou a destruir algumas construções dentro do forte para refazer no seu estilo.

Forte de Agra
Minha primeira visão do Taj Mahal foi exatamente esta, a 2,5km de distância!

Forte de Agra
Taj Mahal, foi assim que eu te vi ao vivo, pela primeira vez!

O triste fim de um imperador:
Ao contrário dos imperadores que o antecederam, que foram depostos ou mortos em batalhas por inimigos declarados, Shah Jahan foi deposto e aprisionado em uma torre no Agra Fort por seu próprio filho, Aurangzeb, que o trancafiou lá até a sua morte, em 1666, aos 74 anos.

Forte de Agra

A torre Burj Muasamman foi o provável local onde Shah Jah passou confinado os seus últimos anos de vida, admirando apenas de longe a sua grande obra!

Há rumores de que Shah Jahan morreu em Muasamman Burj, uma torre com uma varanda de mármore, com vista para o Taj Mahal. Atualmente, os seus restos mortais também descansam ao lado de sua amada, no Taj Mahal.

Exemplos na própria família:
Para subir ao trono, além de derrubar e prender seu pai na torre do Forte, Aurangzeb também assassinou dois irmãos e um sobrinho. Mas seu pai, Shah Jahan foi quem serviu de exemplo, pois também havia assassinado um irmão e dois sobrinhos durante a sua subida ao poder. 

Era matar ou morrer:
Naquela época não existiam leis fixas de sucessão ao poder imperial e como existiam os haréns, os candidatos ao trono eram muitos. Então, valia a máxima de matar ou ser morto pelos homens elegíveis da família real. 

Isso não acontecia apenas na Índia, mas também na China antiga, Império Romano, Bizantino e Otomano, Egito e na Europa Medieval e do Renascimento.

Forte de Agra

Continuando sobre o Forte de Agra:
Após o império de Aurangzeb, morto em em 1707, a história do forte é uma sucessão de cercos e saques, até ser tomado pelas forças britânicas na Segunda Guerra Anglo-Maratha, em 1803.

O forte ainda foi cenário de uma rebelião indiana de 1857, mas vencida pela Grã-Bretanha, que governou a India por mais um século, até 1947, quando aconteceu a independência do país.

Forte de Agra
Ingresso para o Forte de Agra

Visitação e valor da entrada: a visitação ao Forte pode ser feita diariamente, do nascer ao por do sol e o valor da entrada para estrangeiros é de 520 rúpias (cerca de R$ 30,00). 

Forte de Agra

Tentei resumir em poucos parágrafos, centenas de anos de história sobre o Forte de Agra, que é riquíssima e de extrema importância no passado imperial da Índia e se quiser saber mais, pode encontrar matérias bem detalhadas pela internet.

Forte de Agra
Portões de Akbar

E para finalizar, mais um mix de fotos da série "Exóticos são os outros!": como já contei em outros posts sobre a Índia, eu devia ser muito exótica para os indianos, pois em todo o lugar que eu ia, era muito assediada para tirar fotos com eles. Aqui, causando no Agra Fort!

Forte de Agra

No post de amanhã, apresentarei ele, o maior símbolo de amor da Índia, o Taj Mahal!

Beijos,
Ana Maria
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Resumo da semana: de 14 a 18 de dezembro!

O resumo desta semana está indo ao ar no domingo, pois como eu avisei no post de sexta-feira, eu estava hospitalizada e fazendo uma segunda cirurgia no meu tornozelo. Ocorreu tudo muito bem e em breve, vida normal! 

Mas agora, vamos aos assuntos que pintaram por aqui nesta semana?

Resumo da Semana: de 14 a 18 de dezembro de 2015!

Segunda-feira, dia 14 de dezembro: Como é se hospedar em House Boat!
Em Srinagar, a capital de verão da Caxemira, na Índia, eu me hospedei em um House Boat, dentro do Dal Lake e neste post eu conto como é este tipo de hospedagem e mostro fotos bem legais. Link aqui.

Terça-feira, 15 de dezembro: Video pelo Dal Lake e House Boat
Este vídeo é um complemento do post anterior, mas em movimento. Venha navegar comigo pelo Dal Lake e ver como era por dentro o barco em que eu me hospedei. Clique aqui ou direto na imagem acima.

Quarta-feira, 16 de dezembro: Glambox de dezembro
Recebi a Glambox de dezembro e no post eu mostro cada produto que veio e conto o que eu achei desta caixinha. Link aqui.

Quinta-feira, dia 17 de dezembro: a cidade fantasma de Fatehpur Sikri!
Esta incrível cidade fantasma, com 500 anos, fica a 37km de Agra (Índia) e foi mandada construir pelo imperador Akbar, o mesmo que construiu o Taj Mahal. Veja fotos incríveis desta cidade que ficou habitada por apenas 14 anos e ficou mais de 400 anos abandonada. Só há pouco tempo tornou-se ponto turístico. Post aqui.

Sexta-feira, dia 18 de dezembro: Esmalte Luxor Degrade Effect!
Testei este esmalte 3Free com efeito degradê. Mas pela foto você pode ver que a cor está normal. Saiba o porquê aqui no post. 

Então, este é o último resumo da semana do ano!!! Não sei se vou conseguir postar alguma coisa entre o Natal e o Ano Novo, mas se postar, serão um ou dois posts que nem precisa de resumo. Mas até o dia 23 ainda teremos posts diários. Até amanhã e aproveite muio bem o seu domingo!

Beijos,
Ana Maria
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Para o finde, esmalte Luxor Degrade Effect!

Na Glambox de novembro eu recebi o esmalte Luxor Effect Degrade Magnetic, que promete efeito degradê nas unhas e ontem eu decidi testá-lo.


Cadê o efeito dregradê?
Como você pode ver na foto, não aparece nenhum efeito degradê. É que minha manicure não sabia fazer isso e, como o horário dela estava bem apertado, ela decidiu não arriscar, pois caso desse errado, ela não teria tempo para refazer. 

Eu resolvi postar a resenha deste esmalte para mostrar como fica o acabamento sem o efeito. Achei que ficou bonito, mesmo assim. Quando e se eu conseguir esse tal efeito degradê, postarei uma fotinho atualizada no final do post.


Os esmaltes desta coleção da Luxor são 3free, ou seja, são livres de tolueno, formaldeído e dibutilftalato(DBP), que são substâncias que costumam causar reações alérgicas. 


Os pigmentos são importados da Alemanha e possuem a tecnologia Magnetic Control que, quando aplicado nas unhas e aproximado a um imã que existe na tampa da embalagem, dá um efeito degradê.

Cor recebida: Julia é Sonhadora, um vinho perolado. 

Como obter o efeito degradê: na caixinha do esmalte explica como conseguir o efeito degradê: passe uma camada de esmalte e encoste a unha na ponta da tampa por 20 segundos. Depois, uma segunda camada, um pouco mais espessa, e repita o processo. Isso tem que ser feito ainda com o esmalte molhado, não pode deixar secar, senão o efeito degradê não acontece.

Para finalizar, uma fotinho do tal imã que existe na tampa do esmalte.

Essa resenha é pela metade, porque faltou o efeito degradê e também não garanto que eu vá conseguir um dia. Você já testou este tipo de esmalte? Deu certo? Foi fácil? Ou nenhuma das anteriores se aplica?

Bom, nesta sexta-feira, estarei em um hospital fazendo uma nova cirurgia no meu tornozelo. É uma cirurgia bem mais simples do que a anterior, feita em julho. Nesta eu vou apenas remover um dos pinos e substituí-lo por um menor. Mesmo sendo simples, precisarei ficar hospitalizada até sábado.

Na segunda-feira volto para continuar as resenhas sobre a India. As aventuras estão no fim, falta apenas contar sobre o Forte de Agra e o maravilhoso Taj Mahal, o maior simbolo do amor na India.

Até lá! Beijos,
Ana
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