Nova Delhi e os contrastes entre Paharganj e Connaugth Place, em vídeo!

O post anterior eu contei um pouco sobre dois bairros bem famosos em Nova Delhi, Paharganj e Connaugth Place, localizados um ao lado do outro, mas tão diferentes entre si... Assim é a India, cheia de contrastes e tudo isso faz parte deste instigante país!

E para quem gosta de movimento, seguem algumas cenas gravadas nestes dois bairros.  Aperta o play e vem comigo!


Gostou do vídeo? Então aproveito para lembrar você para deixar o seu like lá no youtube, pois é importante para o canal.

Beijos,
Ana

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Onde é melhor se hospedar em Delhi: Paharganj ou Connaugth Place?

Quem já conhece ou é um curioso sobre a Índia, provavelmente já deve ter ouvido falar nestes dois nomes: Paharganj e Connaugth Place. E para quem pouco ou nada conhece sobre eles e ficou curioso, é só seguir com a leitura.


Paharganj e Connaugth Place são dois bairros centrais, colados um no outro e muito famosos em Nova Delhi, a capital da Índia. Mas as semelhanças param por aí.


Paharganj é um bairro mais simples, com construções super antigas e empoeiradas, muitas luzes, placas e poluição visual (e também no ar).


O bairro é cortado por uma grande avenida e centenas de outras ruas menores e outras bem estreitas, com um fluxo intenso de carros, tuk tuks, rickshaws, ônibus e pessoas, que se entrelaçam numa coreografia que só os indianos se entendem.


Connaugth Place é muito arborizado, possui ruas largas e uma praça enorme, onde ostenta soberana a bandeira da Índia.

Esta praça está ladeada por construções brancas de arquitetura britânica.

O tráfego também é intenso, mas há espaço para tudo fluir rapidamente.

Panipuri, comidinha de rua muito tradicional na Índia.

Por do sol sensacional em Paharganj

Paharganj significa "bairro montanhoso" e está localizado a oeste da Estação Ferroviária de Nova Delhi. É muito conhecido por sua concentração de hotéis e restaurantes a preços acessíveis.

Festa Hindu em uma das ruas em Paharganj


Uma curiosidade sobre a foto acima, na principal avenida de Paharganj: a suástica ou cruz suástica (卐 ou 卍) é um símbolo místico, encontrado em muitas culturas e em tempos diferentes. Dos índios Hopi aos Astecas, dos Celtas aos Budistas, dos Gregos aos Hindus.


O bairro de Paharganj é também uma grande área comercial, com pequenos e médios estabelecimentos onde se encontra tudo o que a Índia pode oferecer de mais típico.


Próximo da Estação de Trens de Delhi, encontra-se o Paharganj Main Bazaar, que se estende por 1km e é o paraíso da pechincha, embora seja bem caótico. Lá você pode encontrar lojas que vendem roupas, bolsas, calçados, livros, artesanato em madeira tapeçarias e até jóias.


Connaugth Place, cujo nome oficial é Rajiv Chowk (mas ninguém o chama assim) é um bairro mais nobre e um dos principais centros financeiros e comerciais de Nova Delhi.


Connaught Place, ou simplesmente CP, começou a ser construído em 1929 e foi concluído em 1933, pelos britânicos, que governavam a Índia no período.


O Palika Bazar, em CP é um shopping subterrâneo que vende produtos com preços bem acessíveis, principalmente roupas e acessórios. Nada lá possui preço fixo, o que vale mesmo é a lei da pechincha.


Assim que eu comecei a gravar, em uma calçada de Connaugth Place...


... começou a juntar um pessoal que ficou esperando eu terminar para tirar fotos comigo e me fazer perguntas.

Cliques com as bandeira da Índia ao fundo!

Depois das fotos, as meninas quiseram saber sobre o blog!

Quando surgiu, esta área com construções comerciais era a maior de seu tipo na Índia, com dois círculos. Este imenso mercado chama-se Inner Circle. Sua construção, em forma de ferradura, era para atrair sorte tanto para compradores quanto para os vendedores.


A Inner Circle é composto por blocos de A a F e possui muitas lojas famosas como Adidas, Nike, Fila, Lee, Louis Philippe, Lacoste, TAG Heuer, Omega e muitas outras, principalmente joalherias.


O bairro de Connaugth Place é muito charmoso e eu adoro passear por lá. Possui excelentes hotéis, porém os preços são um pouco mais elevados do que os hotéis em Paharganj.

Paharganj

Eu me hospedei em Paharganj por conta da proximidade com a estação de trens e por estar em Delhi sempre de passagem (nunca ficava direto na cidade por mais de duas noites). E, apesar do bairro confuso e super agitado, eu fiquei em um hotel muito bom, o Hotel City Star. O legal era que eu podia deixar parte da minha bagagem lá, sem custos, enquanto eu viajava pela Índia.


Paharganj é a cara da Índia como nós a conhecemos pela TV, cinema, etc, com o trânsito bem caótico e muita gente pelas ruas e o bairro mais clean é, sem dúvida, o Connaugth Place, muito arborizado, arquitetura britânica e largas avenidas.

Connaugth Place

Connaugth Place à noite

Na minha próxima ida a Delhi, se eu puder ficar alguns dias direto em Delhi, pretendo me hospedar em Connaugth Place, para curtir melhor a cidade. Mas se você procurar bem, também encontra hotéis legais em Paharganj e por preços bem mais acessíveis do que em CP. Tudo vai depender da sua conveniência!

Bandeira da Índia sendo arriada no final da tarde, em CP

São dois bairros tão diferentes que, embora estejam localizados um ao lado do outro, se não fossem os tuk tuks, poderíamos até imaginar que seriam fotos de regiões ou mesmo, de países diferentes. Na minha opinião, exatamente por serem tão distintos entre si, é que o dois têm seu charme e suas particularidades. 

Me conte, o que você achou de interessante nestes dois bairros? Em qual você mais gostaria de se hospedar?

Beijos, 
Ana Maria
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O mundo é um ovo!

Sim, o mundo é um ovo! Quem nunca ouviu esta expressão, principalmente quando nos deparamos com alguma coincidência pouco provável de acontecer? 

Ao mesmo tempo que achamos o nosso planeta enorme, com lugares incríveis, que demoraríamos muito mais do que a nossa vida para conhecer tudo, ele também parece ter o tamanho de um ovo, ou seja, é muito pequeno.


Independente de eu ter um blog, pois hoje, com as redes sociais aproximando as pessoas (ou afastando, conforme o caso), o "Mundo Ovo" pode acontecer com qualquer um, em  qualquer lugar do planeta.

Volta e meia algum leitor(a) me reconhece no shopping ou em alguma feira e vem falar comigo. Acho isso o máximo, porque prova que essa pessoa gosta do que eu escrevo e memorizou meu rosto. 
Às vezes eu também percebo que alguém fica me olhando muito, mas não vem falar comigo. Talvez não se lembre exatamente de onde me conhece ou está sem jeito... E eu também acabo esquecendo que tenho um blog e que milhares de pessoas me leem todos os dias (mas se eu penso muito sobre isso, me dá nervoso....).

Mas o motivo de eu ter me inspirado para escrever hoje sobre este assunto é que ontem à noite, a Tainá Stelmach, também integrante de um dos grupos no facebook sobre a India que eu participo, me mandou um recado que me deixou impressionada e com a certeza de que o mundo é realmente um ovo. Tirei uma print e pedi autorização da menina para divulgar, obviamente:


Você não acha isso incrível? Num Jardim/Parque, na cidade de Amristar, Estado de Punjab, quase fronteira com o Paquistão, a Tainá Stelmach, me viu por lá. Isso num país enorme, com mais de um bilhão e 300 milhões de habitantes (fora os turistas).

A Tainá me viu e me reconheceu, só que na hora ela não teve a certeza de onde me conhecia. Talvez ela também tenha se intimidado um pouco com a quantidade de indianos em volta de mim para tirar fotos. Sim, os indianos adoram tirar fotos com os turistas, mas eu percebi que comigo foi algo até exagerado...


Estas foram algumas das fotos feitas dentro do Jallianwala Bagh, a pedido dos indianos! E todos curiosos para saber de onde eu era e o que estava fazendo ali!

E com você, já aconteceu alguma coincidência  parecida, que te fez pensar que este mundo é realmente um ovo? Me conte aí nos comentários, eu gostaria muito de saber!

Beijos,
Ana

Para ler o post sobre o Jallianwala Bagh, é só clicar aqui.
Para assistir ao vídeo sobre o Jallianwala Bagh, clique aqui.
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Óleo de Kukuí? O que é isso?

Kukuí é uma árvore originária das ilhas do Pacífico, principalmente do Havaí. Seu fruto é uma castanha (não sei se é comestível), de onde é extraído um óleo, que já é usado há séculos pelos nativos para proteger, tratar, nutrir e regenerar a pele e cabelos que foram expostos ao sol, vento e água salgada. o óleo de Kukuí é muito eficaz também para tratar queimaduras e rachaduras na pele.

A árvore de Kukuí é também chamada de Nogueira-de-Iguape. 
Nome científico: Aleurites Moluccana

óleo de Kukuí possui alta concentração de ácidos graxos essenciais, como o linoleico e o alfa-linoleico, que promovem uma rápida absorção e fixação na pele e cabelos. Rico em Ômega 3 e 6, este óleo cria um abarreira contra a umidade, protegendo os cabelos contra o frizz e Vitamina A, C e E, que hidrata e deixa a pele suave e sedosa.

Kukuí Oil da marca Organix

Em maio, quando eu estive em Nova York, comprei este óleo na Harmon e paguei US$ 5,99. Não sei se este óleo de Kukuí - Organix já está à venda no Brasil, pois a marca já comercializa vários produtos por aqui, mas ele está presente em vários cosméticos brasileiros, inclusive em um produto da linha Natura SPA.

Ingredientes Kukuí Oil - Organix

Quando eu comprei o óleo de Kukuí, foi por pura curiosidade, pois nunca tinha ouvido falar nele antes, mas como eu sou "a louca dos óleos", não resisti!

Benefícios prometidos: são muitas as utilidades deste óleo, como eu citei no início do post. É um excelente hidratante e regenerador da pele, mas também, maravilhoso para os cabelos. Pode ser aplicado diretamente nos fios, antes ou depois da lavagem ou pingando algumas gotas na máscara ou condicionador. Para combater o frizz, pingar algumas gotas no leave-in ou mousse.

O óleo de Kukuí  também ajuda na fixação da coloração nos fios e protege-os dos raios solares. Promete ser eficiente no combate à escamação e caspa.

Óleo de super estrela:

A atriz mexico queniana Lupita Amondi Nyong’o (Oscar 2014 de Melhor Atriz Coadjuvante, por sua atuação no filme 12 Anos de Escravidão), que tem uma pele incrível, revelou recentemente que é adepta apenas a tratamentos naturais e não dispensa o óleo de Kukuí


Minha experiência com o produto: o óleo de Kukuí possui uma textura bem líquida, tanto que a válvula reguladora borrifa o óleo como se fosse um perfume. A cor é amarelinha,quase transparente.

Apesar dele ter a textura leve, ele é bem oleoso e só deve ser passado nos fios do comprimento às pontas e muito pouco, para não pesar. 

Eu não consegui usar uma segunda vez nos cabelos limpos, para eliminar o frizz, como ele promete. Isso porque o óleo possui um cheiro de coco muito forte e isso me incomoda. Então, quem não gosta de cheiro forte de coco ou de nozes, também não vai gostar deste óleo. Mas para quem gosta...

Para aproveitar o óleo e seus inúmeros benefícios na pele, estou borrifando ele no corpo, só que longe das áreas próximas à "nariga", para o cheiro do coco não me incomodar.

*Nariga: pessoa que tem o nariz grande. No comentário acima eu me refiro mais no sentido de nariz sensível!

A pele fica um pouco oleosa logo que se borrifa o produto, mas é só fazer uns movimentos circulares que o óleo é logo absorvido e quase  não deixa vestígios, a nãos er o cheirinho de coco.  

Você já tinha ouvido falar neste óleo? 
Beijos,
Ana
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India Gate, o Portão da Índia - em vídeo!

Eu tenho um carinho muito especial pelo India Gate, o Portão da Índia, localizado em Delhi, a capital do país. No ano passado, este foi o meu primeiro passeio na Índia, no dia da minha chegada!

Achei o astral muito legal e no post de 30 de julho de 2015 eu conto como foi este passeio, mas eu estava muito tímida para gravar vídeos, então só tenho o registro em fotos.
 
India Gate - Delhi

Este ano, um pouquinho mais cara de pau, já saí gravando em todos os lugares e não podia deixar de fora o meu querido Índia Gate.

Para assistir, aperta o play e vem comigo:


Se você gostou, lembre de deixar o seu like lá no youtube! E se quiser ler o post, clique no India Gate.

E assim vou eu, de vídeo em vídeo, apresentando a Índia para você!

Beijos,

Ana
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