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Visita ao Umaid Bhawan Palace, em vídeo!

O post de ontem foi sobre o belíssimo Umaid Bhawan Palace, onde mora o Marajá de Jodhpur, na Índia, e hoje é a vez do vídeo com os melhores momentos. 



Se você ainda não leu o post, vale à pena, tem informações muito interessantes.

Então, aperta o play e vem comigo!


Se você gostou, lembre de deixar seu like lá no youtube. Não custa nada e me ajuda a divulgar o vídeo.
Beijos,
Ana
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Viajando de Shatabdi Express para Calcutá!

Os trens são a melhor maneira de se cruzar a Índia, pois a malha ferroviária do país é imensa. Porém, os trens são muito antigos e viajam numa velocidade muito lenta, com exceção dos trens expressos, que vão um pouco mais rápidos. 


Shatabdi Express são uma série (há várias linhas) de trens rápidos de passageiros, também chamados de super trens e operados pela estatal Indian Railways.


A palavra "Shatabdi" significa "Centenário" em Sânscrito, Hindi e em várias outras línguas indianas. O primeiro trem Shatabdi iniciou a operar em 1988, para comemorar o centenário de Pandit Jawaharlal Nehru, que foi um importante Primeiro Ministro da India.

Algumas paisagens apreciadas da janela do trem

Shatabdi Express são trens exclusivamente diurnos, pois retornam para a estação de origem no mesmo dia.


O New Japailguri Shatabdi Express é um super trem expresso, totalmente climatizado que liga Siliguri/New Japailguri à Calcutá (Kolkata). 


Este é um trem normal e estes vagões são da classe mais simples, sem ar condicionado. 

Nos vagões com ar condicionado não há grades e sim, uma janela de vidro, como o da foto acima.

Shatabdi Express percorre uma distância de 566km, a uma velocidade média de 72km/h (chegando a 140km em alguns trechos), em 8 horas. Os trens normais demoram cerca de 15 horas para fazer o mesmo percurso. De carro são cerca de 13 horas.


Eu comprei meu bilhete na Estação de Trens de Siliguri, mas precisei ir até a Estação de Trens da cidade vizinha de New Japailguri, para pegar i trem expresso. O valor do bilhete, comprado com 2 dias de antecedência, foi de 1.300 rúpias (cerca de R$ 77,00, ao câmbio de abril/2016).

Faltou a foto do sorvete, água mineral, chai, café, etc...

Serviço de bordo: incluso no bilhete estão várias refeições, água mineral, chás, sucos e jornais do dia. Os banheiros estão sempre limpos e fornecem até papel higiênico, que são inexistente nos trens normais. Lembrando que os indianos não usam papel higiênico (só os turistas), eles lavam "as partes" depois de usar o banheiro.


As poltronas são reclináveis e bem confortáveis e há um bom espaço para esticar as pernas. E como nos trens comuns, tem várias tomadas para carregar equipamentos eletrônicos. A mesinha das refeições serve também como suporte para notebooks.

Na mesma ponte atravessam carros, motos, caminhões e o trem!

Chegando em Calcutá!

Howrah Station - uma das estações de trem de Calcutá!

Shatabdi Express é um trem incrível, é definitivamente bem mais rápido em relação aos trens comuns e economiza muito tempo de viagem.

Uma das estações onde do Shatandi faz suas paradas

Mesmo parando em várias estações, eles consegue fazer o trajeto em praticamente metade do tempo dos trens comuns.

Plantações de chás - paisagem na janela do trem!

Foi muito legal viajar neste trem, uma experiência bem diferente da viagem que eu fiz de Amritsar para Delhi, onde fui e voltei de trem normal, que demorou cerca de 12 horas para fazer 400 e poucos km. 


Mesmo depois de 8h de trem expresso, o corpo pede um banho relax e um pouco de  descanso no hotel antes de bater perna na rua!

Já publiquei um post sobre os trens na Índia (link aqui) e um vídeo com a minha viagem de trem de Amritsar para Delhi (link aqui). 

Espero que você tenha gostado de saber um pouco sobre os trens expressos na Índia.

Qualquer dúvida, elogio ou crítica, é só deixar nos comentários.
Beijos,
Ana
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Subindo o minarete esquerdo da Jama Masjid! Vídeo

No post anterior eu mostrei fotos incríveis e contei um pouco sobre a Jama Masjid, a maior e mais importante mesquita da Índia.


E para quem gosta de vídeo, tem também a minha visita à Mesquita em movimento. Eu subi os 130 degraus do minarete esquerdo da Jama Masjid e gravei parte da subida. 

Quer ver? Aperta o play e vem comigo, o vídeo está bem interessante!

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O que você achou do vídeo? Se gostou, compartilhe em seu Facebook, Google+, enfim, na sua rede social preferida!

Beijos,
Ana Maria
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Air Vistara: o céu não é o limite!

A Air Vistara é a mais nova e moderna companhia aérea indiana, fundada em 2013 pela Tata Sons Limited (Tata Group) e Singapore Airlines. O seu voo inaugural aconteceu em 9 de janeiro de 2015, na rota Delhi - Mumbai.


A sede da Air Vistara fica em Gurgaon (região metropolitana de Delhi) e seu hub, no Aeroporto Internacional Indira Gandhi, em Delhi, a capital da Índia.


Eu fui para Mumbai partindo de Delhi, num voo de duas horas, pela Air Vistara, fiquei uma semana em Mumbai e retornei a Delhi, também pela Vistara e hoje vou contar um pouco sobre esta companhia aérea que antes do meu voo, eu nem sabia que existia.


O significado de Vistara é muito interessante e perfeito para uma companhia aérea. O nome surgiu a partir da palavra sânscrita "vistaar", que significa "expansão ilimitada". Ela reflete a crença de seus fundadores de que não há nenhum limite a qualquer coisa quando alguém realmente se propõe a atingir.


A Air Vistara surgiu para inovar o mercado de companhias áreas domésticas low coast (baixo custo) na Índia, apresentando um serviço diferenciado e preocupado com o bem estar e conforto do passageiro. A Vistara foi a primeira companhia aérea a introduzir assentos premium econômicos em rotas domésticas na Índia.

Refeições de bordo fornecidas pela TajSats, também pertencente a Tata Group.

Apesar de estar em operação há apenas um ano e meio, a Vistara já abocanhou uma cota de 2,3% do mercado aéreo doméstico indiano e vem crescendo mais a cada dia. Já opera em 17 destinos domésticos e a sua frota é de aeronaves Airbus A320-200.

Economy Class - bastante espaço entre as poltronas

A Vistara oferece assentos em 3 classes: Business com limite de bagagem até 30kg, Premium, até 20kg e Econômica, até 15 kg.

Poltronas em couro e maior conforto também na Classe Econômica.

Revista de bordo com informações turísticas e culturais da Índia


As refeições servidas à bordo são bem legais, com opção vegana e não vegana, acompanhadas de água mineral, sucos, café e chá. Não há cobrança extra pelas refeições.

Chá preto com a opção de acrescentar leite (acompanha sachê de leite em pó).

Para finalizar, um delicioso e caprichado pote de sorvete!

Além das aeronaves novas, atendimento personalizado, serviço de bordo impecável, a pontualidade dos voos também é uma característica da Vistara


A minha experiência em dois voos (Delhi x Mumbai e Mumbai x Delhi) foi extremamente positiva e certamente voarei de novo pela Vistara em uma próxima viagem interna pela Índia.

Sobre o custo dos bilhetes em relação às demais companhias indianas, dependendo da rota e da antecedência na compra, pode sair até mais barato do que as concorrentes. É só uma questão de pesquisar. No caso da rota Delhi x Mumbai, onde praticamente todas as companhias operam, quando fui comprar, os preços da Vistara estavam mais acessíveis.

Você já voou em alguma companhia de baixo custo? O que achou?

Beijos,
Ana
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O misterioso Jardim da Lua, do outro lado do Rio Yamuna!

O Jardim da Lua (Mehtab Bagh) fica no lado oposto do Rio Yamuna, ao norte do Complexo do Taj Mahal, mas poucas pessoas que visitam a cidade de Agra, na Índia, conhecem este jardim. A maioria só quer conhecer o Taj Mahal mesmo.


Apesar do Jardim da Lua, que mais  parece com um parque, não ter a beleza do jardim do Taj Mahal, ele oferece uma vista bastante interessante do magnífico monumento.



É do outro lado do Rio Yamuna que conseguimos ter uma visão única do Taj Mahal e das Jawab, que são os dois edifícios que o ladeiam, já que no Complexo isto não é possível, devido às árvores que acabam escondendo a vista de um ou de outro. Estes dois edifícios são idênticos, como se fossem um espelho um do outro, mas com o Taj Mahal ao centro.



O Jardim da Lua possui o formato quadrado, com cerca de 300m x 300m e está perfeitamente alinhado com o Taj Mahal, porém, na margem oposta do rio. Com o terreno é plano, durante as estações das chuvas, a área próxima ao rio torna-se parcialmente inundada.



O Imperador Shah Jahan, percebendo que o local oferecia uma vista perfeita do Taj Mahal, criou este jardim em 1652 e mandou construir passarelas de gesso, pavilhões, piscinas e fontes. O jardim foi projetado como parte integrante do Complexo do Taj Mahal e sua largura era idêntica a este.



Neste local, segundo alguns historiadores (outros dizem ser uma lenda), o Imperador Shah Jahan desejava construir um mausoléu em mármore preto, um gêmeo do Taj Mahal, para ser o seu próprio mausoléu, mas antes foi preso na torre do Forte de Agra por seu filho Aurangzeb. Explico isso melhor no post de 2015, link aqui.



Na parte do Jardim da Lua que fica de frente para o Taj Mahal só sobraram ruínas e a base dos alicerces do que um dia foi um esplendoroso jardim de admiração ao mausoléu. 

Já imaginou o impacto que seria um Taj Negro aqui?

Como eu já citei no primeiro post sobre o Taj Mahal, em dezembro de 2015, a tese de que realmente iria ser construído um Taj Negro foi reacendida em 1871, quando ACL Carlleyle, um arqueólogo britânico, tornou-se o primeiro pesquisador a encontrar restos estruturais no local, embora enegrecidos por musgos e líquens.

Eu me arrepio toda só de imaginar a existência destes dois Tajs

Fotos extraídas do site The Black Taj Project

Na foto podemos ver o "formigueiro" de gente que estava visitando o Taj Mahal!

Não podia falta essa clássica foto, mesmo no Jardim da Lua.


Tirando a parte das ruínas, que são conservadas do jeito que estão, o Jardim da Lua está muito bem cuidado, cheio de flores, com a grama aparada e as árvores podadas.

Esta indiana com foice e um fardo de grama na cabeça era uma das trabalhadoras do jardim.


Fiquei muito feliz em conhecer o Jardim da Lua, sua beleza e suas ruínas. Muito mais do que uma vista diferente do Taj Mahal, eu adorei pisar no local onde, supostamente, seria construído o Taj Negro.

Origem e história do Jardim da Lua, em inglês. Clique na foto para ampliar.

O valor da entrada para o Jardim da Lua custa apenas 100 rúpias e ele fica aberto á visitação diariamente, ao contrário do Taj Mahal, que fecha às sextas-feiras, dia sagrado para os muçulmanos.


O que você achou do Jardim da Lua? Já tinha ouvido falar?

Beijos,
Ana

*Para quem se interessou em aprofundar no assunto sobre o Taj Negro, existe o site The Black Taj Project (O Projeto do Taj Negro), que aprofunda o assunto. Para quem quiser ler em português, é só usar o Google Tradutor.
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Fatos e fotos de um domingo no Taj Mahal!

Já contei e mostrei muitas fotos incríveis sobre o Taj Mahal, o famoso mausoléu localizado na cidade de Agra, na Índia, em posts anteriores, mas outras tantas, talvez diferentes e que não se encaixavam nos assuntos, ficaram de fora. Então, para fazer justiça com elas, separei algumas que eu vou mostrar hoje.

Ângulo do lado direito, nos fundos do monumento!

Realizando um sonho: como eu contei no vídeo sobre o Taj Mahal, a minha segunda visita, ao contrário da primeira, fazia parte de um sonho! Logo que eu voltei para o Brasil, sofri uma grave fratura no tornozelo, fiz duas cirurgias e fiquei sem poder caminhar por cinco meses.


Então, para não desanimar com as limitações, justo eu, sempre tão ativa e correndo de um lado para o outro, e a cansativas sessões de fisioterapia, prometi a mim mesma que eu voltaria a caminhar normalmente (sem sequelas) o mais rápido possível e para celebrar esta vitória, eu visitaria novamente o Taj Mahal.

O pulinho nem foi tão bom, mas para mim representou muito! 

Três meses depois da minha segunda cirurgia, eu pisava no Taj Mahal! Era um domingo e veja como estava o movimentado por lá:


Mas não me importei com a multidão e com a gripe fortíssima que me deixou um pouco enfraquecida, mas eu estava muito feliz, realizando meu sonho!


Chegando na estrada de acesso ao Complexo do Taj Mahal, distante cerca de 1 km, podemos seguir à pé, ou pegar algumas das conduções disponíveis, como tuk tuk ou carroça puxada por um dromedário, que eu chamo carinhosamente de camelo.

Camelo: tem duas corcovas
Dromedário: tem apenas uma corcova

Chegando mais perto, tinha uma imensa fila de indianos para a comprar da entrada ao Taj Mahal

Guichê para a compra de ingressos

Existem guichês e filas separadas para os indianos e para os estrangeiros, que são em menor número. Para e revista e detector de metais, há apenas filas feminina e masculina, pois são revistas diferenciadas. Em toda a Índia, para evitar assédios e constrangimentos, mulheres revistam mulheres e homens revistam homens.


Este ano informatizaram a venda dos ingressos. Acima, em tamanho menor,o meu ingresso do ano passado. Mas o preço não alterou, continua 750 rúpias, que é menos do que 50 reais. Muito barato para se ver tamanho espetáculo da história e arquitetura mundial.

*Atualização em novembro de 2016: o valor da entrada para estrangeiros passou para 1.000 rúpias e para os indianos, 40 rúpias (era 20 rúpias).


Esta placa informa que ingressos no valor de 510 e 750 rúpias tem direito a um par de sapatilhas de feltro e uma garrafinha de água mineral.


Para pisar no Taj Mahal em volta do monumento, é necessário cobrir o calçado com esta sapatilha ou entrar com os pés descalços.


Com esse QRCode, que está na placa, podemos baixar um aplicativo bem legal para colocar fotos do Taj Mahal. Se você tem o leitor em seu celular, é possível baixá-lo por esta foto! Novidade que não tinha no ano passado!



Este é o Portal de Entrada para o Mausoléu. Já estou dentro do Complexo, mas não na área do Taj. Bem lá no fundo, na abertura central, o branquinho que aparece, já é o Taj Mahal.

De dentro do Portal, a primeira visão magnífica do Taj Mahal

E agora, como conseguir uma boa foto com o Taj?

É acirrada a disputa do melhor ângulo para fotos com o majestoso monumento.

Pera aí, não ficou bom, mais uma, mais outra, só mais umas 200...

Bom, por um segundo, consegui uma foto quase exclusiva!

Uma verdadeira multidão visitou o Taj Mahal naquele domingo.

Era o domingo de Páscoa 2016 para os cristãos, mas que para 80% dos indianos, apenas um domingo qualquer!

Todo mundo tem que entrar no Taj, ou descalço, ou com a sapatilha de feltro nos pés.


Quem não recebeu ou comprou a sapatilha, podia deixar os calçados aqui, mediante uma taxinha para o cuidador, obviamente!

Rio Yamuna, que corre nos fundos do Taj Mahal.

Um dos minaretes em restauração


Esta é uma passagem subterrânea desativada, que liga o Taj Mahal ao Forte de Agra, distante 2,5 km.

Não me canso de admirar a imponência do Taj Mahal!


Este ângulo é exatamente no lado oposto da foto mais acima. Visão da frente do Taj Mahal para o Portal de entrada!

Dentro da área do Complexo do Taj Mahal

Explorando um dos pátios do Complexo do Taj Mahal

Portão de saída do Complexo do Taj Mahal

Causando no Taj Mahal:
Eu não podia deixar de fora mais um capítulo da série: "Exóticos são os outros"! 

Foram inúmeras fotos, mas selecionei apenas algumas.


Eu retribui o carinho dos indianos sempre com um sorriso e nunca me neguei a tirar fotos com eles, mesmo quando eu estava bem cansada! Mas confesso que quando começava a juntar muita gente, eu dava um jeito de sair de fininho!


Tenho milhares de fotos sobre o Complexo do Taj Mahal, mas vou encerrando por aqui que este post já ficou longo! Espero que você tenha gostado desta seleção um pouco diferente das fotos convencionais!

O próximo post será sobre o Jardim da Lua, um jardim que fica do outro lado do Rio Yamuna, atrás do Taj Mahal, e que mostra uma vista bem interessante deste belíssimo mausoléu!

Beijos,
Ana
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