O que eu achei do Batom Líquido Matte da Ricosti

Na Glambox de maio eu recebi um Batom Líquido Matte da Ricosti, uma marca da Encanto Cosméticos, e estava bem curiosa para testar, pois só conhecia batom líquido cremoso. Então, no post de hoje, tem resenha deste batom líquido matte.

Eu recebi na cor Babi, um pink, mas acabei trocando com minha irmã, que recebeu o Vermelho Intenso, um vermelho tomate escuro.


O que diz o fabricante: batom com acabamento matte, que hidrata e deixa os lábios intensamente mais bonitos. Fórmula que proporciona alta cobertura. Cores fortes, que definem os lábios. Secagem rápida.

Como aplicar o produto: aplicar com o pincel da própria embalagem, diretamente nos lábios, com bastante cuidado para não ficar manchado.

Quando o assunto é batom liquido matte, não podemos esquecer de hidratar bem os lábios. Você pode utilizar de uma boa esfoliação e em seguida utilizar um hidratante labial, para evitar que fique com aquele aspecto craquelado após a aplicação.

Composição: C10-13 Isoparaffin, Aluminum Stearate, CeraAlba, Ozokerite, Polyisobutene, Dimethicone/Cetearyl Dimethicone Crossplymer, Propylparaben, Butyrospermum Parkii (Shea) Butter, Tricalcium, Phosphate, Parfum (Benzyl Benzoate). Pode conter: Cl15850, Cl77499, Cl14720. Cl45410, Cl77891, Cl77491, Cl12490, Cl77492, Cl14270, Cl77007.


Minha experiência: embora não seja fã de batons vermelhos, eu achei esta tonalidade muito bonita. Ate olhei no site da marca e, no momento, tem 28 cores disponíveis, mas o Vermelho Intenso está em falta. Sinal que agradou.

Antes de aplicar: é preciso ter o cuidado de tirar o excesso de batom do pincel, senão ele vai escorrer pela boca, manchar os dentes e até a língua. Sai fácil, mas fica aquela lambança. Tem que aplicar bem pouquinho e deslizar o pincel pelos lábios, tendo bastante cuidado até ele secar, senão pode borrar. Eu não tive muita facilidade para aplicar direto nos lábios sem borrar, mas desenhando antes com um lápis, ficou mais fácil. 

O batom é bem cremoso no início, mas depois que ele seca, ele fica super matte e, se não aplicar um hidratante labial, ele resseca bastante. Mas isso a própria marca alerta. 

A cobertura e a durabilidade são muito boas. Eu não gostei foi do cheiro, parece de tinta, mas também não é horrível.

Considerações finais: talvez eu me adapte melhor com este batom no verão ou em dias mais quentes, pois ele fixa muito bem nos lábios, mas no inverno aqui do Sul, como ele é super matte, mesmo aplicando um hidratante labial, ele resseca logo e deixa uma sensação estranha nos lábios. E não acho prático ter que ficar reaplicando o hidratante. 

O valor dele é de R$ 14,00, mas no site da marca está em promoção por R$ 11,99.

E você, já usou o Batom Líquido Matte da Ricosti? Como foi com você?

Beijos,
Ana
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Fatos e fotos de um domingo no Taj Mahal!

Já contei e mostrei muitas fotos incríveis sobre o Taj Mahal, o famoso mausoléu localizado na cidade de Agra, na Índia, em posts anteriores, mas outras tantas, talvez diferentes e que não se encaixavam nos assuntos, ficaram de fora. Então, para fazer justiça com elas, separei algumas que eu vou mostrar hoje.

Ângulo do lado direito, nos fundos do monumento!

Realizando um sonho: como eu contei no vídeo sobre o Taj Mahal, a minha segunda visita, ao contrário da primeira, fazia parte de um sonho! Logo que eu voltei para o Brasil, sofri uma grave fratura no tornozelo, fiz duas cirurgias e fiquei sem poder caminhar por cinco meses.


Então, para não desanimar com as limitações, justo eu, sempre tão ativa e correndo de um lado para o outro, e a cansativas sessões de fisioterapia, prometi a mim mesma que eu voltaria a caminhar normalmente (sem sequelas) o mais rápido possível e para celebrar esta vitória, eu visitaria novamente o Taj Mahal.

O pulinho nem foi tão bom, mas para mim representou muito! 

Três meses depois da minha segunda cirurgia, eu pisava no Taj Mahal! Era um domingo e veja como estava o movimentado por lá:


Mas não me importei com a multidão e com a gripe fortíssima que me deixou um pouco enfraquecida, mas eu estava muito feliz, realizando meu sonho!


Chegando na estrada de acesso ao Complexo do Taj Mahal, distante cerca de 1 km, podemos seguir à pé, ou pegar algumas das conduções disponíveis, como tuk tuk ou carroça puxada por um dromedário, que eu chamo carinhosamente de camelo.

Camelo: tem duas corcovas
Dromedário: tem apenas uma corcova

Chegando mais perto, tinha uma imensa fila de indianos para a comprar da entrada ao Taj Mahal

Guichê para a compra de ingressos

Existem guichês e filas separadas para os indianos e para os estrangeiros, que são em menor número. Para e revista e detector de metais, há apenas filas feminina e masculina, pois são revistas diferenciadas. Em toda a Índia, para evitar assédios e constrangimentos, mulheres revistam mulheres e homens revistam homens.


Este ano informatizaram a venda dos ingressos. Acima, em tamanho menor,o meu ingresso do ano passado. Mas o preço não alterou, continua 750 rúpias, que é menos do que 50 reais. Muito barato para se ver tamanho espetáculo da história e arquitetura mundial.

*Atualização em novembro de 2016: o valor da entrada para estrangeiros passou para 1.000 rúpias e para os indianos, 40 rúpias (era 20 rúpias).


Esta placa informa que ingressos no valor de 510 e 750 rúpias tem direito a um par de sapatilhas de feltro e uma garrafinha de água mineral.


Para pisar no Taj Mahal em volta do monumento, é necessário cobrir o calçado com esta sapatilha ou entrar com os pés descalços.


Com esse QRCode, que está na placa, podemos baixar um aplicativo bem legal para colocar fotos do Taj Mahal. Se você tem o leitor em seu celular, é possível baixá-lo por esta foto! Novidade que não tinha no ano passado!



Este é o Portal de Entrada para o Mausoléu. Já estou dentro do Complexo, mas não na área do Taj. Bem lá no fundo, na abertura central, o branquinho que aparece, já é o Taj Mahal.

De dentro do Portal, a primeira visão magnífica do Taj Mahal

E agora, como conseguir uma boa foto com o Taj?

É acirrada a disputa do melhor ângulo para fotos com o majestoso monumento.

Pera aí, não ficou bom, mais uma, mais outra, só mais umas 200...

Bom, por um segundo, consegui uma foto quase exclusiva!

Uma verdadeira multidão visitou o Taj Mahal naquele domingo.

Era o domingo de Páscoa 2016 para os cristãos, mas que para 80% dos indianos, apenas um domingo qualquer!

Todo mundo tem que entrar no Taj, ou descalço, ou com a sapatilha de feltro nos pés.


Quem não recebeu ou comprou a sapatilha, podia deixar os calçados aqui, mediante uma taxinha para o cuidador, obviamente!

Rio Yamuna, que corre nos fundos do Taj Mahal.

Um dos minaretes em restauração


Esta é uma passagem subterrânea desativada, que liga o Taj Mahal ao Forte de Agra, distante 2,5 km.

Não me canso de admirar a imponência do Taj Mahal!


Este ângulo é exatamente no lado oposto da foto mais acima. Visão da frente do Taj Mahal para o Portal de entrada!

Dentro da área do Complexo do Taj Mahal

Explorando um dos pátios do Complexo do Taj Mahal

Portão de saída do Complexo do Taj Mahal

Causando no Taj Mahal:
Eu não podia deixar de fora mais um capítulo da série: "Exóticos são os outros"! 

Foram inúmeras fotos, mas selecionei apenas algumas.


Eu retribui o carinho dos indianos sempre com um sorriso e nunca me neguei a tirar fotos com eles, mesmo quando eu estava bem cansada! Mas confesso que quando começava a juntar muita gente, eu dava um jeito de sair de fininho!


Tenho milhares de fotos sobre o Complexo do Taj Mahal, mas vou encerrando por aqui que este post já ficou longo! Espero que você tenha gostado desta seleção um pouco diferente das fotos convencionais!

O próximo post será sobre o Jardim da Lua, um jardim que fica do outro lado do Rio Yamuna, atrás do Taj Mahal, e que mostra uma vista bem interessante deste belíssimo mausoléu!

Beijos,
Ana
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Taj Mahal e a restauração do mármore branco!

O icônico e maior símbolo de amor da Índia, o mausoléu Taj Mahal, está sendo restaurado, mais precisamente o seu belíssimo mármore, que já não está mais tão branco assim.

As obras de restauração começaram pelos minaretes!

Cerca de 25.000 visitam o Taj Mahal diariamente, exceto às sextas-feiras, quando ele fecha para a visitação pública!

O tom amarelo do mármore se deve à muitos fatores, como a ação natural do tempo, acelerada pela poluição e também pela fumaça e cinzas oriundas da queima da madeira usada em um antigo crematório próximo, com mais de 200 anos, e que ainda está em funcionamento.

Rio Yamuna, um dos principais afluentes do Ganges

Algumas partes do mármore também estão ficando esverdeadas devido aos dejetos de insetos que se criam no poluído Rio Yamuna, que corre nos fundos do Complexo Taj Mahal.

O Serviço Arqueológico da Índia (ASI) é o órgão responsável pela recuperação do Taj Mahal.

De cabelo rosa, manchado durante o Holi, em Johdpur, estou gravando e tocando no mármore do Taj Mahal.

O mármore será todo lavado e restaurado e as obras começaram ainda no segundo semestre do ano passado. 

Vista da lateral direita do Taj Mahal

Três dos quatro minaretes estão cheio de andaimes e o quarto, eu desconfio que até já foi restaurado, pois ele me pareceu bem mais branco que os demais. Mas não tenho certeza, pois não encontrei nenhuma informação a respeito.


Técnicas de tratamento de beleza no Taj Mahal: uma camada de argila arenosa é aplicada sobre o mármore, para eliminar as manchas, assim como fazemos em nossa pele. O tratamento com argila não é corrosivo ou abrasivo. E, depois de seca, a argila é removida e com ela, as partículas de poluição. Mas ainda há muito o que ser feito para devolver ao Taj Mahal todo o esplendor dos primeiros séculos! 

Close na parte central do mausoléu

Este tratamento com argila arenosa está sendo aplicado há cada 7 anos, como aconteceu em 1994, 2001 e 2008, além de 2015, sem a necessidade de fechar o Complexo à visitação pública. A A atual recuperação será bem minuciosa e as obras irão durar cerca de 9 anos!

No meio do jardim!

O Taj Mahal tem 65m de altura, o equivalente a um prédio de 18 andares.

Nas laterais dos quatro portões (mas a entrada é apenas pelo frontal), estão escritos vários trechos do Alcorão, em caligrafia Thuluth.

Aqui podemos ver melhor os detalhes e escritas no mármore. E os desenhos não são pinturas, são pedras preciosas!

Os Mughals que construíram o Taj Mahal eram excelentes geômetras e entendiam muito bem de ilusão de ótica, tanto que usaram uma fonte menor na base e aumentaram o tamanho da na altura. Então, para quem olha do chão, as escritas parecem ter o mesmo tamanho.

*O Império Mughal foi uma entidade geopolítica que chegou a dominar quase todo o subcontinente indiano, de 1525 a 1857.


O jardim do Taj Mahal foi projetado para se assemelhar a um tapete persa, que conduz à entrada do mausoléu. Nos primeiros registros, o jardim tinha rosas, narcisos e até árvores frutíferas.

Atualmente o jardim está bem clean, mas não foi descaracterizado a sua simetria!


O jardim possui quatro partes, projetadas com caminhos axiais que se cruzam no centro, onde uma passarela d'água reflete o mausoléu, localizado no final do canal! Este esquema geométrico, presente nos jardins persas é altamente estruturado e chama-se Char Bagh (ou Chahar Bagh). 

Documentando tudo, sempre!

Entre histórias e lendas, tem muito mistério envolvendo esse famoso monumento e, no post publicado em 22 de dezembro de 2015, eu conto um pouco mais sobre ele. Link acesso no final.


Com exceção das obras de restauração, quase nada mudou no Complexo do Taj Mahal, desde a minha primeira visita, em maio de 2015, mas o Taj Mahal é tão fascinante que sempre rende assunto e fotos de ângulos diferentes, por isso, vou dividir este post em dois. 


Se você tiver alguma pergunta sobre a visitação ao Taj Mahal, que eu já não tenha dito no post anterior (aqui), é só deixar nos comentários! 

Beijos,
Ana

*Para quem ainda não assistiu, publiquei também um vídeo, onde eu conto porque eu voltei pro Taj Mahal e mostro um pouco do Complexo. Link aqui.
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Por que eu voltei para o Taj Mahal?

Em maio de 2015 eu visitei a Índia pela primeira vez e conheci o Taj Mahal! Esta viagem aconteceu de repente, nem fazia parte dos meus sonhos. Eu diria até que chegava a ser uma fantasia, pois me parecia inatingível! Mas foi uma fantasia que se tornou realidade!

Por que eu voltei para o Taj Mahal?

Porém, uma semana depois que eu voltei para o Brasil, algo bem ruim me aconteceu e eu precisei de muita fé para não desanimar e entrar em depressão! Quase todos os posts do blog, no segundo semestre de 2015, foram escritos sobre uma cama. E eu raramente me queixava, pois decidi que não entregaria os pontos e fiz uma promessa: ficaria boa o mais breve possível e voltaria para o Taj Mahal. 

Agora sim, o Taj Mahal havia se tornado um sonho! E eu sonhei com fé, mas fiz a minha parte para cumprir esta promessa! Eu devia isto a mim mesma!

Então, em março de 2016, menos de um ano depois de visitar o Taj Mahal pela primeira vez, lá estava eu novamente, frente a frente com o maior símbolo de amor da Índia: o Taj Mahal!

Quer saber mais? Aperta o play e vem comigo!

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Gostou do vídeo? Então me conte, qual o tamanho do seu sonho? Seja ele qual for, nunca desista. Se você fizer a sua parte, ele se tornará possível!

Agora eu tenho outros desejos, outros sonhos e novas realizações!

Beijos,
Ana  Maria

*Já escrevi sobre a história do Taj Mahal no ano passado.

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